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Em reação ao resultado do 1º turno das eleições, Bolsa dispara e dólar tem forte queda

Ibovespa, principal índice do mercado acionário, chegou a subir mais de 7% pouco depois da abertura e o dólar de balcão abriu em queda de mais de 4% Em reação ao resultado do primeiro turno das eleições, em que o candidato tucano Aécio Neves (PSDB) mostrou desempenho melhor do que o esperado, os mercados abriram animados. O dólar de balcão caiu mais de 4% na abertura, enquanto a Bolsa abriu em alta, ultrapassando em certos momentos da manhã a variação positiva de 7%.

Ao longo da manhã, a Bolsa registrou alta menor, mas ainda sim forte, em torno de 5%. O Ibovespa – principal índice acionário da Bolsa – subia 4,77%%, aos 57.138 pontos às 14h15. Mais cedo, na máxima, atingiu 58.897 pontos. A mínima foi aprópria cotação de abertura, de 54.542 pontos.

O dólar também passou a cair menos ao longo do dia. Às 13h30, o dólar recuava 2,35%, cotado a R$ 2,415.

Para se ter uma ideia da euforia dos mercados, o Ibovespa Futuro chegou a disparar mais de 9% na abertura. Agora, os investidores aguardam o posicionamento de Marina, enquanto se preparam para a primeira rodada de pesquisas eleitorais para o segundo turno, que começa nesta semana.

Ações

As ações das empresas estatais abriram com forte alta. Por volta de 14h15, Petrobrás ON tinha alta de 10,23%, mas chegou a subir mais de 14%. A preferencial subia 11,83%. Eletrobras tinha ganhos de 8,00% na PNB e de 10,55% na ON, enquanto Banco do Brasil subia 12,30%. Entre os grandes bancos, Itaú Unibanco sobe 6,34% e Bradesco PN avança 12,00%.

O que esperar em outubro. Apesar do surpreendente desempenho de Aécio Neves no primeiro turno das eleições presidenciais, não será fácil para o candidato tucano reverter a vantagem de Dilma Rousseff (PT), segundo o economista para mercados emergentes da gestora britânica Schroders, Craig Botham. Por isso mesmo, a
expectativa do mercado é que haja muita volatilidade até o segundo turno, realizado 26 de outubro.

“Um problema que Aécio enfrenta é a possibilidade de a campanha de Dilma retratá-lo como um playboy que está fora de contato com as necessidades da média brasileira”, diz o economista em relatório.

Após a ida de Aécio para o segundo turno, todos os olhos agora estão voltados para os próximos passos que a candidata Marina Silva (PSB) dará, avalia o economista do Deutsche Bank, Drausio Giacomelli. O banco alemão considerou “surpreendente” a arrancada de Aécio no fim da campanha. Por enquanto, o banco mantém a aposta de que Dilma vai vencer as eleições no segundo turno. (Com informações da Agência Estado)

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