Vigilantes desmentem radialista e suplente de vereador

Um inquérito que foi aberto na Polícia.

Os vigilantes da empresa Proteção Máxima, que prestam serviços ao governo do Estado, procuraram à imprensa para declarar apoio a empresária Francilene Miranda, onde está sendo acusado por um programa de rádio e televisão de atrasar salários dos empregados.

De acordo com a vigilante Carla Melo, ressaltou que os pagamentos estão todos em dias, e não temos nenhum conhecimento de nossos salários estariam atrasados. “Isso é papel de uma imprensa irresponsável que não sabe fazer jornalismo. A empresa paga corretamente nossos salários e não tem fundamento essa informação que o programa Rota Policial vem espalhando”, disse.

O vigilante Cláudio Luciano, também disse que não procede a notícia negativa, de que os salários estariam atrasados. “Nossos pagamentos estão devidamente em dia. O senhor suplente, tem que honrar a vaga de suplente de vereador, e não sair promovendo mentiras contra a empresa que paga em dias seus impostos”.

Há cerca de uma semana, o âncora de um conhecido programa de rádio Policial , procurou a proprietária da empresa de vigilância, Francilene Miranda, para informar de uma denúncia que o programa recebeu de supostos vigilantes, informando que os salários dos vigilantes estariam em atrasos.

De acordo com a empresária o comunicador estava chantageando-a, e só pararia a campanha difamatória, mediante um acordo o qual pediu a quantia de três mil reais. Francilene Miranda não cedeu as pressões do suplente de vereador, e procurou a delegacia e registrou um boletim de ocorrência contra o radialista.

 

O referido radialista se apresenta como o ‘justiceiro do povo’, mas segundo informações da denunciante o mesmo é na verdade ‘um grande achacador pois usa do programa de rádio pra ter vantagens pessoais, fazendo um jornalismo barato e sem credibilidade alguma, agindo sempre com parcialidade’.

O comunicador é suplente da vereadora Ada Dantas em Porto Velho, eleita pela força dos soldados da PM/RO. Não se descarta a possibilidade do suposto crime ter tido a participação de outras pessoas o que caracterizaria formação de quadrilha.

A empresária, possui diversos elementos comprobatórios tais como gravações, mensagens de texto, e ligações que poderão compromete-lo.

Ao finalizar, a empresária disse que não entende nem aceitará tal atitude pois a empresa e o salário dos vigilantes estão em dia.

‘A gente entende a difícil situação atual mas não posso aceitar isso. Se ele tivesse procurado para uma parceria, a coisa era diferente. Porém ele foi pelo caminho errado e agora terá de responder pelo que fez’, disse a empresária.

Fonte: orondoniense

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