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Empresários e herdeira querem museu a céu aberto para obras de Tarsila do Amaral

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Autorretrato de Tarsila do Amaral em 1923

Tarsila do Amaral (1886 – 1973) é conhecida como a criadora da quadros como “Abaporu”, “A Negra” e “A Cuca”. Mas uma nova faceta da artista deve ser desvelada em breve: e a céu aberto, para todo mundo ver.

Uma mostra permanente no Itaim Bibi (zona oeste São Paulo) com as esculturas que a mãe do Modernismo criou no início de sua carreira está nos planos de uma associação e da herdeira da artista.

Empresários da rua Amauri estão terminando de conceber o novo museu para Tarsila, que começou sua formação artística no ateliê de William Zadig e também teve aulas com Mantovani, outro escultor.

“Estamos na fase final de estudos, tentando caminhar com um projeto. Devemos levar nas próximas semanas para a prefeitura, e depois partir em busca de patrocínio”, diz Paulo Morais, Presidente da Amera (Associação dos Moradores e Empresários da Rua Amauri). “A vontade é que essa exposição pudesse ser perene, ficar lá e virar um ponto turístico da cidade.”

As peças, em número desconhecido, fazem parte do acervo da artista e poucas vezes foram mostradas ao público.

“É uma coisa inédia e bacana. Mas ainda não temos autorização para fazer. Quero fazer uma coisa que para mim é muita responsabilidade, ter um conselho curador. Essa equipe iria pensar o formato disso, ir atrás de patrocínio”, diz Tarsilinha do Amaral, responsável por administrar a obra da tia-avó.

Veja alguma de suas obras:

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Em exibição também está “Mulher com Chapéu Panamá”, de Emilliano Di Cavalcanti (1940)
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“Bananal”, de Lasar Segall (1927), também integra a exposição
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“Carnaval em Madureira”, de Tarsila do Amaral (1924), também compõe a coletiva que visa abordar os três principais momentos do modernismo brasileiro
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“Antropofagia”, de Tarsila do Amaral (1929), é um dos trabalhos da artista paulista em cartaz na Estação Pinacoteca

Fonte: Folha

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