Estado de Rondônia fecha ano política, social e economicamente equilibrado

Estados com potencial econômico-financeiro muito mais elevado estão com dificuldades para pagar salários de servidores.

Um dos assuntos mais comentados neste final de ano é crise econômico-financeira internacional. O Brasil, da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) não acreditou no arrocho de países muito mais desenvolvidos, inclusive da Europa. A mandatária maior do país, à época classificou a situação como “uma marolinha”.

Infelizmente se enganou, mentiu e iludiu o povo. Por isso caiu.

Rondônia estava relativamente bem no início da crise econômico-financeira mundial. Em 2014, quando o governador Confúcio Moura (PMDB) se reelegeu, mesmo às duras penas, o Estado estava equilibrado. Na época Rondônia fechou o ano com PIB de 5%. O País não chegou a 3%.

Desde o início da semana comprar nos supermercados de Porto Velho é uma aventura. Num deles às 7h de hoje (24) tinha fila para esperar um carrinho. O mundo está em crise, mas temos que reconhecer que em Rondônia com muito menor intensidade.

Quem tem parentes no badalado Sul-Sudeste sabe disso. Quem tem seu emprego por lá, por mais simples que seja não quer perdê-lo em hipótese alguma, porque a fila para ocupar seu lugar é quilométrica. Os pretendentes são muitos, quase sempre, bem qualificados e clamando por uma vaga, por um emprego, por mais simples que seja.

A crise hoje é bem mais aguda. O País tem perspectiva de PIB negativo. Para 2017, menos de 1%, devido o arrocho econômico dos últimos meses.

Se o governador Confúcio não se destaca como um grande realizador de obras, se comparado ao saudoso governador Jorge Teixeira, que comandou o Estado em outra situação, na época era de desbravamento, saúde financeira forte e liberdade de ação, não dá pra reclamar.

O pagamento dos servidores está em dia, bem diferente de estados economicamente forte como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que não estão pagando nem os salários do mês. 13º não se sabe quando. Os fornecedores estão com os pagamentos equilibrados em Rondônia.

Acreditamos que não é o momento de pressões sindicais. Muito menos política. Temos que reconhecer que o mundo passa por momento delicado e Rondônia é um dos poucos estados com suas obrigações em dia com servidores e fornecedores. Temos que deixar a politicagem de lado. Temos que praticar a política na sua essência, que é salutar, necessária.

O sindicalismo pelego deve ser ignorado, pois não acrescenta nada, apenas a expectativa dos sindicalizados que são explorados por “profissionais”, que se empoderam dos sindicatos explorando os trabalhadores das mais diversas categorias.

Os sindicalistas pelegos se alinham com políticos oportunistas e buscam resolver os priorizar dos grupos. Para os sindicalizados as sobras, que são distribuídas como se fossem “grandes conquistas”.

Rondônia poderia estar melhor econômica e financeiramente, não fosse a inércia e a falta de competência da maioria do secretariado, superintendentes e diretores. Com raras exceções alguns dão conta do recado, mas bem distante dos projetos do governador, como o Pidise que foi pouco explorado, por incompetência, pois não apresentaram projetos para alocar recursos disponíveis a fundo perdido.

Rondônia está econômica e financeiramente à frente da maioria dos Estados. Poderia ter sido feito muito mais caso Confúcio fosse mais determinado, mais enérgico, mais objetivo. Peca pelo excesso de diplomacia, mas também por não cumprir compromissos firmados.

O ano de 2017 está chegando com a projeção de ano ruim. O maior prejudicado, como sempre será o trabalhador comum. É preciso muita cautela, organização e seriedade, principalmente na área pública para que Rondônia, mais uma vez, consiga se destacar econômica, financeira e socialmente, pois provavelmente ainda seja a única fronteira econômica do país.

Fonte: rondoniadinamica

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