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Funcionária de hospital inventou carona para sair mais cedo e ir ao encontro de assassino

Na manhã em que foi morta, na última segunda-feira (8), a jovem Luana Caroline Magaton, de 24 anos, saiu de casa, em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, mais cedo do que o habitual. À família, a atendente de ambulatório, que trabalhava no Hospital do Rocio, disse que daria carona para uma amiga até o trabalho. Segundo as investigações da Polícia Civil, no entanto, isso não era verdade.

Nós acreditamos que esse foi um álibi apontado por ela para sair mais cedo e encontrar com outra pessoa, que ainda não confirmamos quem é. Ela não falou para ninguém sobre isso, disse apenas que pegaria uma amiga para levar até o serviço”, comentou o superintendente Emir Silveira, que investiga o caso.

Luana foi encontrada morta dentro do carro dela no bairro Itaqui de Cima, com sinais de estrangulamento. “Tudo indica que o encontro entre ela e essa pessoa, que seria o principal suspeito pelo crime, aconteceu no local em que a vítima foi assassinada. Nós vamos aguardar a perícia completa do celular e de imagens de câmeras de segurança próximas para esclarecer os fatos”, completou Silveira.

Vários familiares, o ex-marido e atual namorado da jovem já foram ouvidos na delegacia. De acordo com conhecidos da vítima, Luana era uma pessoa muito boa, reservada, e não comentava sobre a sua vida pessoal com ninguém. Parentes e amigos afirmam não ter ideia de quem possa ser o responsável pelo homicídio. A delegacia de Campo Largo continua a investigar o caso.

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Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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