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GAECO de Rondônia participa de Operação contra envolvidos com o grupo PCC

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O Grupo de Atuação Especial contra o Crime (GAECO) do Ministério Público do Estado de Rondônia participou nesta quinta-feira, dia 24 de outubro, da Operação “Ad Sumus””, coordenada pelo Gaeco do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, com o objetivo de desarticular organização criminosa que atua os presídios brasileiros e pratica tráfico de droga e outros crimes.

Dos 50 mandados de prisão expedidos durante a ‘Operação Ad Sumus’, dois foram cumpridos no Estado no Estado de Rondônia, sendo presa  Ana Cláudia Silva Aguiar, em Porto Velho, e Romasi Teixeira da Silva, em Ji-Paraná.Os mandados foram cumpridos por policiais civis lotados no GAECO.

A Operação contou com a participação do Grupo Nacional de Combate ao Crime Organizado (GNCOC) e ocorreram prisões nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público de Mato Grosso, o grupo foi denunciado por associação ao tráfico de drogas e formação de quadrilha. Segundo informações do Gaeco, a denúncia, já recebida pela Vara Especializada Contra o Crime Organizado da Capital, é resultado de investigações realizadas entre março de 2012 a junho de 2013. Nesse período, algumas prisões foram efetuadas. Em março deste ano, por exemplo, uma operação realizada pelo Gaeco resultou na prisão de um dos líderes do PCC em Mato Grosso, João Batista Vieira dos Santos. Na ocasião, ele foi preso com mais de uma tonelada de maconha.

Na denúncia, o Gaeco também relata outros fatos criminosos envolvendo o PCC. Entre eles, estão a apreensão de um veículo Mercedes Bens em Várzea Grande; tentativa de homicídio contra três jovens no bairro Doutor Fábio em Cuiabá; homicídio em Poxoréo, apreensão de veículo que viria com droga para Mato Grosso na divisa com o Paraguai; e ações contra estabelecimentos bancários e comerciais na região sul do Estado.
Para o Procurador-Geral de Justiça de Rondônia e presidente do GNCOC Héverton Alves de Aguiar, o fato de a operação ser deflagrada em vários Estados e visando dezenas de suspeitos mostra “o fortalecimento da articulação entre os órgãos de combate ao crime, através do trabalho conjunto das polícias e Ministérios Públicos”.

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