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Governo contesta agentes grevistas, “ganhavam R$ 996,66 em 2010 e agora até R$ 3.277,87”

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O executivo alega que cumpre limite da Lei de Responsabilidade Fiscal para manter salários em dia

O governo de Rondônia divulgou nota há pouco contestando o movimento grevista dos agentes penitenciários e sócio-educadores, deflagrado nesta quinta-feira, 16. De acordo com a nota, o Estado “está no limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal e trabalha com cautela mantendo equilíbrio em suas finanças”.

Na mesma nota, o executivo afirma que nos últimos seis anos concedeu “aumento salarial e benefícios aos agentes penitenciários. Em 2010, o salário inicial de um agente era de R$ 996,66 e atualmente é de R$ 2.085,45. Com os auxílios alimentação, saúde, transporte, além de insalubridade, o vencimento pode chegar a R$ 3.277,87”.

O governo afirma ainda que falta bom senso à categoria, e diz, “além da decisão judicial que não aprova o movimento grevista, existe também o bom senso”.

Veja abaixo a nota divulgada pela secretaria de comunicação:

Governo cumpre limite da Lei de Responsabilidade Fiscal para manter salários dos servidores em dia

O Governo de Rondônia nos últimos seis anos concedeu aumento salarial e benefícios aos agentes penitenciários. Em 2010, o salário inicial de um agente era de R$ 996,66 e atualmente é de R$ 2.085,45. Com os auxílios alimentação, saúde, transporte, além de insalubridade, o vencimento pode chegar a R$ 3.277,87.

Também  investiu em equipamentos de proteção, como coletes balísticos, compra de armamentos letais e não letais, espargidor de gás pimenta em pó e em espuma, granadas de efeito moral, de gás lacrimogênio, luz e som.

O Governo tem se empenhado para a criação e implantação dos Planos de Cargos, Carreiras e Salários dos servidores públicos. No entanto, o cenário econômico atual não vislumbra crescimento na receita e, portanto, inviabiliza qualquer medida que aumente os gastos públicos.

Rondônia está no limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal e trabalha com cautela mantendo equilíbrio em suas finanças. Com a folha de pagamento em dia e o compromisso com seus fornecedores.

Por isso a recomendação para todos é de cautela e o pedido é de compreensão.

Além da decisão judicial que não aprova o movimento grevista, existe também o bom senso.

A hora não é de radicalização.  A sociedade está ansiosa para que a estabilidade seja mantida e permita ações de melhoria na Segurança Pública como um todo.

O diálogo sempre existirá, na medida em que o entendimento seja o do bem comum, com a manutenção da paz e da ordem.

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