fbpx
Governo do AM vai colocar corpos de presos em container frigorífico; vídeo mostra massacre

São 60 mortos, 20 decapitados em rebelião por guerra de facções criminosas

Os corpos das vítimas da rebelião do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) serão colocados em um container frigorífico para aguardar a perícia.

Até agora o número de mortos chega a 60, a maioria integrantes da facção PCC e estupradores. Como o número de vítimas é grande, o Governo vai alugar um container para preservar os corpos até que o Instituto Médico Legal (IML) faça a perícia em todos. Uma vez que o IML só tem capacidade para comportar 20 gavetas.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, os corpos ainda estão sendo recolhidos do presídio e o IML vai não só identificar as vítimas como também produzir provas para o inquérito policial. “Essas 60 mortes não vão ficar em vão. Nós não vamos deixar de apurar e os responsáveis serão punidos”, afirma Sérgio. Sobre os foragidos do Compaj e do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), Fontes afirmou que 40 já foram capturados, mas não se sabe quantos fugiram já que a contagem dos internos ainda vai ser feita.

Fontes pede ainda a colaboração da sociedade para denunciar à polícia caso desconfiei que fugitivos estejam perto de suas casas.

O secretário do sistema penitenciário, Pedro Florêncio, disse que os detentos do semiaberto ajudaram na rebelião. Eles fizeram buracos nos muros, o que facilitou a circulação dos rebelados.

A ação foi percebida e começou uma troca de tiros entre os detentos e a polícia.

Um vídeo que circula pela internet mostra como teria ficado o Complexo Penitenciário Anísio Jobim
(Compaj) após o massacre de detentos neste domingo (1º). Nas imagens, vários corpos estão
amontoados em um carrinho e  outros espalhados pelo chão.

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

Deixe uma resposta