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Governo tenta minimizar escândalos na folha de pagamento

Através de matéria divulgada pelo departamento de comunicação, o governo do Estado tentou minimizar os escândalos que foram detectados na folha de pagamento, através da auditoria que está sendo feita pela Fundação Getúlio Vargas, e que já descobriu servidores mortos que recebiam salários e até personalidades de renome mundial, como Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, e a ex-Miss Brasil, Marta Rocha.

O caso veio à tona após publicação da coluna PAINEL POLÍTICO, assinada pelo jornalista Alan Alex. Para tentar desqualificar as informações, o decom alega que o promotor Geraldo Henrique, membro a equipe que acompanha a auditoria, teria “emitido nota”. Na verdade, o promotor fez um comentário apenas acrescentando algumas informações em uma postagem no facebook. Ele confirma o pagamento aos mortos, assim como outras anomalias encontradas na folha.

O governo afirma ainda que a auditoria foi encomendada por ele, é verdade, mas isso só ocorreu após o Ministério Público dar início a uma investigação que apurava a contratação excessiva de servidores comissionados. Ao se ver acuado, o governo decidiu contratar a FVG para tentar minimizar a situação. O secretário de planejamento, George Braga, alega estar recebendo apenas “relatórios preliminares” o que, segundo ele, não seria suficiente para bloquear pagamentos apontados como irregulares.

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

1 thought on “Governo tenta minimizar escândalos na folha de pagamento

  1. E pensar que um dos mais inflamados discursos de campanha do Confúcio era condenar o excesso de CDS contratados por Cassol, onde também se comprometia, sob pena de renúncia, reduzir 4 mil cargos que dizia ele serem o “câncer” da estabilidade econômica do Estado.

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