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Grupo de extermínio pode ter matado irmão de ex-senador e advogado

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Composto por policiais militares, agentes penitenciários e até jornalista, grupo pode ter executado mais de 100 pessoas

A Polícia Federal acredita que mais de 100 assassinatos podem ter sido cometidos pelo grupo de extermínio que foi preso na manhã desta quinta-feira na cidade de Jaru, interior de Rondônia. Composto por policiais militares, agentes penitenciários e até um jornalista, a organização vinha atuando na região e chegou a tentar intimidar um juiz e um promotor da cidade, disparando contra a casa de ambos.

Os integrantes do grupo eram conhecidos como “assassinos da moto preta”. Entre as vítimas estão ex-presidiários, empresários e o advogado Arthur Wanderbroock, mais conhecido como Portuga, morto em abril deste ano enquanto conversava com um amigo em um bar da cidade.

Outra morte atribuída ao grupo seria de Mazinho Amorim, irmão do ex-senador Ernandes Amorim, ocorrida em Ariquemes em 2014. Ele foi executado no meio da rua.

Em agosto de 2014 a polícia prendeu um suspeito, mas não deu maiores detalhes sobre o caso. Acredita-se que a partir dessa prisão as investigações tenham avançado. A Polícia Civil colaborou repassando informações à Polícia Federal.

Uma equipe de 250 policiais está sendo utilizada na operação. Ao todo, está sendo cumprido um total de 49 medidas judiciais, sendo:  35 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de prisão, sendo, na sua maioria, contra servidores públicos integrantes de órgãos de segurança pública do Estado. As ações ocorrem nos estados de Rondônia e Mato Grosso.

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