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Hermínio Coelho e Ivo Cassol denunciam uso indevido de aparato policial contra opositores do Governo da Cooperação

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Na manhã desta sexta-feira (14), houve uma coletiva de impressa na presidência da Assembleia Legislativa onde o senador Ivo Cassol e o presidente da ALE/RO Hermínio Coelho fizeram graves denúncias contra o secretário de segurança Marcelo Bessa.

De acordo com a narração de Ivo Cassol, o aparato policial estaria sendo indevidamente utilizado para constranger e inibir políticos, impressa e alguns cidadãos, que não são aliados ao Governo da Cooperação, de maneira sorrateira e ilegal com o fito de desmoralizar os opositores, de Confúcio Moura, perante a opinião pública. O esquema, denunciado, seria a propagação de informações caluniosas com o objetivo de abrir investigações e criar factoides no meio da população de modo a manchar a honra dos investigados e ludibriar o judiciário. Ivo afirmou ainda que se não houver uma resposta, do governador Confúcio Moura, ele vai fazer uso da tribuna do Senado Federal para solicitar uma comissão para investigar as denúncias.

O Deputado Hermínio Coelho, informou que vai propor uma CPI para investigar essas denúncias que ele mesmo vem fazendo a muito tempo sobre o secretário Marcelo Bessa e também propor uma devassa no sistema guardião da Polícia Civil do Estado de Rondônia que estaria sendo usado para chantagear os opositores do Governo da Cooperação.

 

O senador Ivo Cassol também esteve nesta sexta-feira no programa do deputado estadual Euclides Maciel (PSDB) e acusou o Governo do Estado de utilizar a polícia para perseguir adversários políticos, incluindo ele e sua família. Cassol acusa o Governo Confúcio Moura (PMDB) de montar “um quartel general para perseguir, desmontar e comprometer adversários políticos”, utilizando a polícia do Estado, “ a liderança em Rondônia que ousar falar em candidatura ao Governo é atacada por forças policiais, arregimentadas dentro da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), para forjar provas e operações para colocar na lama o nome dessas pessoas”.

Citando o caso do presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Hermínio Coelho (PSD), envolvido pela polícia na Operação Apocalipse, Cassol defendeu o parlamentar e lembrou que até o filho de Hermínio foi preso sem ter absolutamente nada a ver com as investigações. “O objetivo da Operação era calar as denúncias de Hermínio contra o Governo. Eu até duvidava, mas agora eu acredito em tudo que o presidente da Assembleia denuncia sobre esse Governo”, acrescentou.

CASO NAIARA KARINE

Ao fazer estas denúncias contra o Governo Confúcio, Cassol está reagindo preventivamente ao que ele considera uma armação política contra sua irmã, Jaqueline Cassol, ex-diretora do Detran. A polícia tem deixado vazar rumores de um suposto envolvimento de Jaqueline na morte da estudante Naiara Karine, estuprada e assassinada a facadas na zona rural de Porto Velho.

De acordo com Ivo Cassol, Jaqueline Cassol, que estava filiada ao PR e que disputaria o Governo, foi perseguida e envolvida injustamente na morte da jovem Naiara Karine, sua funcionária em uma loja no shopping. “Minha irmã está destruída, tomando remédio de tarde e de noite para poder dormir”, disse o senador, que alertou outros pretensos candidatos ao Governo – deputados Neodi Carlos e Maurão de Carvalho – quanto a uma possível armação política para destruir suas respectivas pré-candidaturas.

 

 

 

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