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Hiram Leal foi afastado e não preso, conforme relatamos

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O cunhado do ex-prefeito de Porto Velho Roberto Sobrinho, Hiram Leal, diretor técnico do SEBRAE, não foi preso na Operação Feudo, e sim afastado de suas funções e está proibido de entrar na instituição. A divulgação de sua prisão foi feita errôneamente por Painel Político. Foram presos:

PEDRO TEIXEIRA CHAVES

OSVINO JURASZEK

CARLOS ALBERTO MACHADO DE FRANÇA

JOSÉ MIGUEL SAUD MORHEB

DEMERVAL JOSÉ DE AGUINELO

SERVIDORES AFASTADOS:

PEDRO TEIXEIRA CHAVES

OSVINO JURASZEK

CARLOS ALBERTO MACHADO DE FRANÇA

HIRAM RODRIGUES LEAL

RENATA JANAÍNA DE CARVALHO

RANIERE ARAÚJO COELHO

PROIBIDOS DE TER ACESSO AO SEBRAE-RO

MÁRIO SÉRGIO LEIRA TEIXEIRA

JOSIANE ISABEL ROCHA

FRANCISCO JÚLIO CASTRO DE OLIVEIRA

JOSÉ MIGUEL SAUD MORHEB

DEMERVAL JOSÉ DE AGUINELO

Leia Também: Operação Feudo foi baseada em denúncias de Painel Político         

A investigação realizada pela força-tarefa composta por membros da CGU e MP-RO, por meio do Centro de Atividades Extrajudiciais (CAEX/GAECO) e 5ª Promotoria de Justiça de Porto Velho, revelou a existência de indícios da prática de crimes de falsidade ideológica, peculato, fraude a licitações e associação criminosa (antigo crime de quadrilha), perpetrados pelos gestores do SEBRAE-RO, empresários e pessoas a eles ligadas.

A associação criminosa desviava dinheiro do SEBRAE através de contratos direcionados para pessoas físicas e jurídicas que deveriam prestar serviços ou vender mercadorias ao órgão. As licitações eram fraudadas para que não houvesse competição real. O esquema era composto por mais de 20 suspeitos e utilizava mais de 10 pessoas jurídicas, entre elas instituições formalmente filantrópicas e empresas, algumas destas fantasmas ou registradas em nome de testas de ferro.

O nome da operação remete ao desvirtuamento de instituição de prestação de serviço social em benefício dos integrantes do esquema. Feudo significa propriedade cedida pelo senhor feudal ao vassalo, em troca da prestação de serviços e rendas, bem como aquilo de que alguém acredita dispor ou de que de fato dispõe de modo total, exclusivo, ou ainda área de influência ou de domínio de alguém.

 

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