Internada após AVC, Marisa fica sedada, ao menos, até este sábado

Ex-primeira dama sofreu um AVC hemorrágico na terça-feira.

A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva segue sedada e em estado grave, internada da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês. Segundo boletim médico divulgado ontem, a pressão intracraniana está controlada e o quadro é estável. De acordo com médicos do Sírio, Marisa Letícia está em coma induzido. Os sedativos serão mantidos pelo menos até amanhã.

Marisa Letícia deu entrada na unidade na terça-feira, depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico e ter recebido o primeiro atendimento no Hospital Assunção, em São Bernardo do Campo, onde mora com o ex-presidente Lula.

O chefe da equipe médica, o cardiologista Roberto Kalil Filho, explicou à família que o AVC foi causado pelo rompimento de um aneurisma que Marisa tinha há cerca de 10 anos. No dia em que foi internada no Sírio-Libanês, a ex-primeira-dama foi submetida a um procedimento cirúrgico para estancar o sangramento.

Na quarta-feira, depois de uma avaliação tomográfica de crânio para controle de sangramento, passou por um novo procedimento para a passagem de um cateter ventricular para monitorar a pressão intracraniana. O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, afirmou que o ex-presidente está “preocupado e muito esperançoso”. Ele segue no hospital acompanhando a mulher.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e o Hospital Assunção instauraram sindicância para apurar o vazamento de fotos dos exames da ex-primeira-dama. As imagens em vídeo circulam desde o dia da internação nas redes sociais.

Investigação

Segundo fontes médicas, as imagens correspondem às da tomografia feita no hospital de São Bernardo do Campo, onde recebeu o primeiro atendimento antes de ser transferida. O Sírio-Libanês divulgou nota, no início da noite de ontem, na qual afirma que as imagens não saíram do hospital. “A instituição zela pela privacidade de seus pacientes e repudia a quebra de sigilo médico por qualquer profissional de saúde”, diz a nota.

O hospital Assunção, também por meio de nota, afirmou que repudia o vazamento e também tomou providências. “O hospital esclarece que tão logo tomou conhecimento do evento, imediatamente instaurou sindicância interna para apuração dos fatos, tendo suspendido e afastado os envolvidos na investigação até a sua conclusão”, diz a nota.

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