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Juíza manda bloquear R$ 110 mil de ex-vereador para indenizar PM que o flagrou com travesti em MT

Ralf Leite foi cassado em 2009 após ser flagrado com um travesti, em uma zona de prostituição em Várzea Grande. PM pediu indenização ao ser acusado de praticar extorsão.

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A juíza Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro, da Décima Vara Cível de Cuiabá, determinou o bloqueio de R$ 110.076,22 das contas bancárias do ex-vereador Ralf Leite. Ralf teve o mandato cassado em 2009 após ser flagrado com uma travesti menor de idade em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. A decisão é do dia 16 de outubro.

De acordo com o G1, não conseguiram entrar em contato com ex-vereador.

A decisão atende ao pedido do policial militar Uanderlei Benedito da Costa, que entrou com ação de indenização por danos morais contra o ex-vereador. O militar disse que foi acusado pelo réu de praticar extorsão por lhe pedir dinheiro para se liberado.

O PM alegou, na ação, que no dia 6 de fevereiro de 2008 fazia rondas na região do Zero Quilômetro, considerada a maior zona de prostituição de Mato Grosso, quando flagrou o ex-vereador com uma travesti adolescente.

Ralf Leite foi flagrado embriagado dentro do carro, com as calças abaixadas na altura do joelho. Segundo o policial, ele se apresentou como soldado do Corpo de Bombeiros. O ex-vereador ficou alterado ao perceber que estava tendo os documentos checados.

O ex-vereador alegou que os policiais pediram R$ 600 para liberá-lo de ser preso. Conforme Ralf Leite, os policiais tentaram tirar proveito da situação.

Os PMs foram investigados em um procedimento pela Corregedoria da Polícia Militar, que conclui que não houve crime militar nessa situação.

Ralf Leite

Ralf foi afastado do cargo após ser flagrado por policiais militares junto com um travesti menor de idade próximo a um posto de combustível em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

Ele foi afastado seis meses depois de ser investigado pela Comissão de Ética do Legislativo. Foi absolvido parcialmente pelo juiz criminal Luiz Tadeu Rodrigues, de Várzea Grande, dos crimes de exploração sexual, corrupção ativa e fraude de documentação.

As informações são do G1

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