Julgamento dos acusados de estuprar e matar estudante deve se estender até sábado

Naiara Karine da Costa tinha 18 anos, sofreu estupro coletivo e foi morta com mais de 20 facadas

Diante das minúcias nos depoimentos de 11 testemunhas, seis delas ouvidas no primeiro dia de sessão, o julgamento de três acusados dos crimes que levaram a morte da estudante de jornalismo Naiara Karine da Costa, pode se estender até sábado, segundo avaliou o juiz que preside o júri, Ênio Salvador Vaz.

Quatro peritos, a irmã de um dos acusados e o delegado do caso foram ouvidos nesta quinta-feira, dia 31. Com exceção da irmã, todos eles tiveram os esclarecimentos sobre o caso gravados ao longo na fase de instrução do processo reproduzidos em plenário, numa estratégia para se evitar a repetição desnecessária de questionamentos. Em seguida, os convocados ficaram à disposição das partes para dirimir quaisquer dúvidas.

A acusação está a cargo do promotor Elias Chaquian Filho e dos advogados auxiliares Gustavo Dandolini e Giuliano Vieceli. A defesa é feita por seis advogados: Bruno Toledo da Silva, Eliseu dos Santos Paulino, José Maria de Souza Rodrigues, Marcos Antônio Vilela, Tiago Fernandes Lima da Silva e Roberto Harley Nobre.

Os réus Richardison Bruno Mamede das Chagas, Francisco da Silva Plácido e Wagner Strogulski de Souza respondem pelo estupro e assassinato brutal da estudante. Segundo o delegado que conduziu o caso, Nestor Paulo Romanzini, a gravação feita com o celular da vítima foi o ponto de partida para a identificação dos envolvidos. As imagens revelaram roupas, tatuagens e até impressões digitais dos acusados, provas que estão sendo refutadas pela defesa. Tanto que os depoimentos com os peritos (tecnicamente é chamado de esclarecimentos) tomaram boa parte do primeiro dia.

A confissão de Marcos Antônio Chaves da Silva, primeiro acusado a ser julgado pelo Tribunal do Júri, em 2014, também foi considerada fundamental pelo delegado para traçar a linha temporal do crime. Marcos Antônio foi condenado à pena de 24 anos de reclusão.

O julgamento dos três réus nesta nova etapa é acompanhado pela família da vítima. O corpo de jurados, composto por duas mulheres e cinco homens, terá a responsabilidade de decidir sobre a veracidade das acusações. A tese da defesa dos três acusados é de negativa de autoria.

O julgamento foi retomado na manhã desta sexta-feira, dia 1º de abril, com a oitiva das cinco testemunhas restantes e dos próprios réus. Só então começarão os debates entre acusação e defesa, o que, pelo ritmo do júri, deve avançar até sábado.

A confissão de Marcos Antônio Chaves da Silva, o primeiro acusado a ser julgado pelo Tribunal do Júri, em 2014, também foi considerada fundamental pelo delegado para traçar a linha temporal do crime. Marcos Antônio foi condenado à pena de 24 anos de reclusão.

O julgamento dos três réus nesta nova etapa é acompanhado pela família da vítima. O corpo de jurados, composto por duas mulheres e cinco homens, terá a responsabilidade de decidir sobre a veracidade das acusações. A tese da defesa dos três acusados é de negativa de autoria.

O julgamento foi retomado na manhã desta sexta-feira, dia 1 de abril, com a oitiva das cinco testemunhas restantes e dos próprios réus. Só então começarão os debates entre acusação e defesa, o que, pelo ritmo do júri, deve avançar até sábado.

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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