Laudo confirma que jovem morta após carona marcada por WhatsApp foi estrangulada por corda

O laudo de necropsia de Kelly Cristina Cadamuro, morta no dia 1º de novembro no Triângulo Mineiro durante carona marcada por WhatsApp, mostrou que a morte da radiologista foi por asfixia. O documento esclarece que o crime foi cometido mediante estrangulamento com uso de corda.

O laudo confirma a declaração de óbito preliminar, que constatou que a jovem de 22 anos foi morta por asfixia e estrangulamento. As investigações da Polícia Civil apontam que a jovem morreu após ter as mãos e pescoço amarrados e ser arrastada por cerca de 30 metros. Outros laudos são aguardados para que se determine se a vítima também sofreu violência sexual.

A radiologista Kelly Cadamuro foi dada como desaparecida depois que saiu, ainda no dia 1º de novembro, de São José do Rio Preto (SP) com destino a Itapagipe (MG) para encontrar com o namorado, que chegou a alertá-la por mensagem para que ela tivesse cuidado na viagem. O corpo da jovem foi encontrado em um córrego entre Itapagipe e Frutal, no dia 2 de novembro, sem a calça e com a cabeça mergulhada na água. No mesmo dia, um homem foi preso suspeito do crime.

Jonathan Pereira do Prado, de 33 anos, está detido no Presídio de Frutal, onde chegou a ser agredido por outros presidiários. Segundo a Polícia Civil, no dia da prisão, ele confessou ter matado e roubado a jovem. Nesta quinta-feira, o suspeito voltou a ser ouvido pelo delegado Bruno Giovanini para esclarecer se outras pessoas sabiam da intenção que tinha de roubar um carro.

Jonathan confessou que roubou e matou Kelly Cadamuro (Foto: Samir Alouan/Rádio 97 FM/Pontal Online)

“Estamos concluindo as investigações e fazendo perícias no telefone do investigado Jonathan. Ele conta que a intenção era roubar um carro e então queremos saber qual seria o destino final do veículo- quem receberia, se o veículo seria desmontado e quais pessoas sabiam que ele ia cometer o crime”, explicou.

A reconstituição do crime foi realizada nesta quarta-feira (8). Na ocasião, o homem investigado por latrocínio contou com detalhes como assassinou a radiologista. No entanto, ele nega ter abusado sexualmente da vítima. Prado aceitou participar da reconstituição sob a condição de usar um capuz para tampar o rosto. O inquérito deve ser encerrado até a tarde desta sexta-feira (9).”Estamos concluindo as investigações e fazendo perícias no telefone do investigado Jonathan. Ele conta que a intenção era roubar um carro e então queremos saber qual seria o destino final do veículo- quem receberia, se o veículo seria desmontado e quais pessoas sabiam que ele ia cometer o crime”, explicou.

A reconstituição do crime foi realizada nesta quarta-feira (8). Na ocasião, o homem investigado por latrocínio contou com detalhes como assassinou a radiologista. No entanto, ele nega ter abusado sexualmente da vítima. Prado aceitou participar da reconstituição sob a condição de usar um capuz para tampar o rosto. O inquérito deve ser encerrado até a tarde desta sexta-feira (9).

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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