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Lojas são responsáveis pela segurança de seus clientes, decide justiça de Rondônia

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A queda de uma criança dentro de uma loja da empresa Gazin em Porto Velho resultou em uma ação por danos morais.

O fato ocorreu em 2013 quando uma senhora acompanhada de seu filho foi na loja Gazin para fazer compras.  A criança tropeçou em uma linha de nylon que estava no chão e dava suporte a uma placa de decoração. O menino, ao cair, bateu a boca no chão, provocando sangramento em função de um corte e ainda quebrou um dente e deixou o outro mole. A mãe da criança entrou com um processo de danos morais contra a empresa.

A Gazin em sua defesa alegou que a cliente deveria provar que o fato ocorreu de fato em seu estabelecimento, e se a criança estava andando com a devida atenção pelos corredores.  A Gazin afirmou que a linha de nylon estava em local isolado, e que não é de responsabilidade da empresa vigiar crianças, e completou afirmando que “o simples fato de alguém cair no interior de um estabelecimento comercial não obriga a empresar a indenizar ninguém”.

As fotos apresentadas junto ao processo demonstram que, de fato, a linha estava no meio do caminho sem qualquer restrição no local, ou sinalização. A empresa, segundo os magistrados, foi negligente com a segurança de seus clientes, expondo os mesmos a acidentes como o ocorrido.

O  Tribunal de Justiça sentenciou a Gazin Indústria e Comércio de Móveis e Eletrodomésticos Ltda a pagar o valor de R$ 3 mil  por danos morais, que deverá ser atualizada com correção monetária.

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