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Manicure mata adolescente de 16 anos para roubar sua bebê

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A manicure M B, de 25 anos, acusada de matar uma adolescente de 16 anos para ficar com a sua filha recém-nascida, em Querência (945 km a Nordeste de Cuiabá), foi transferida para a Cadeia Pública de Água Boa (730 km a Nordeste).

O motivo, segundo as informações, é a revolta por parte de moradores, que ameaçaram linchar a mulher.

M foi presa na sexta-feira (13), sob a acusação de assassinato da adolescente a golpes de martelo.

Conforme a Polícia Civil, após matar a menor, a manicure colocou o corpo em um saco plástico. Depois, roubou o bebê da vítima, uma menina com pouco mais de uma semana de vida.

De acordo com o delegado Michael Mendes Paes, responsável pelo caso, os moradores de Querência têm-se manifestado com frequência, o que chamou a atenção das polícias Civil e Militar.

“Foi preciso encaminhá-la para a Cadeia Pública de Água Boa, pois a população ficou revoltada e havia indícios de pessoas se movimentado para linchamento”, disse o delegado.

No domingo (15), a Polícia Civil encontrou, dentro de um poço, o martelo utilizado para matar a adolescente.

Conforme o delegado, a menor foi morta com várias marteladas na cabeça.

O corpo da adolescente foi encontrado dentro de um saco plástico, no quintal da casa da manicure, após a família procurar a Polícia para comunicar o seu desaparecimento.

Os pais da adolescente contaram que a filha tinha conhecido uma mulher, em um posto de saúde da cidade.

A manicure, que fingia estar grávida para o marido e familiares dela, disse que tinha ganhado muitas roupas em um chá de bebê e que queria doar parte delas para a criança da adolescente.

Na casa dela, a Polícia Civil encontrou manchas de sangue e ainda várias roupas para bebê e produtos de higiene infantil.

A mulher foi autuada em flagrante por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Em depoimento, M contou que escondia do marido a falsa gravidez e buscava por uma criança, para não ser descoberta.

O marido dela, ao ser ouvido na delegacia, disse que acreditava que a mulher, de fato, estava grávida e que ela era acompanhada por médico do posto de saúde.

Conforme o delegado Michael Paes, não existe indícios de que a manicure teria contado com a ajuda de outra pessoa para cometer o crime.

O bebê da vítima está com os avós.

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