Maurão discute com diretores da Infraero a implantação de alfândega no aeroporto

 

A falta de um posto alfandegário da Receita Federal impede que o Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira, em Porto Velho, seja realmente internacional e possa ser ponto de partida e de chegada de voos de qualquer parte do mundo.

Construído para operar voos internacionais, o aeródromo não pode ter pousos e decolagens para destinos no exterior, já que até hoje não foi instalada a alfândega, cuja função principal é a formulação da declaração aduaneira de importação ou exportação.

O presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PP), recebeu em seu gabinete, na segunda-feira (22), o superintendente da Infraero, Carlos Alberto, e o gerente de Operações do aeroporto Jorge Teixeira, Marco Crespo, quando o tema foi discutido.

“Sei que esta é uma questão ligada diretamente ao governo federal, mas a Assembleia pode contribuir. Estamos somando esforços, junto com outras instituições e entidades, para que a alfândega funcione plenamente”, disse Maurão.

Carlos Alberto informou que a implantação da alfândega está “bem encaminhada” e que o projeto conta com o apoio da Federação do Comércio (Fecomércio), Federação das Indústrias (Fiero), governo do Estado e outros órgãos. “Estamos buscando apoio para que esta necessidade do nosso aeroporto possa ser atendida, beneficiando o comércio local, o turismo e a locomoção de pessoas para outros países”, completou.

Maurão lembrou que atualmente, muitas pessoas de Rondônia estudam em países como Cuba, Bolívia e a Argentina. “Essas pessoas precisam fazer uma série de escalas e conexões até chegar ao seu destino, em razão do nosso aeroporto não poder operar voos internacionais”.

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