Ministro que absolveu Confúcio no TSE, pode estar envolvido em superfaturamento no STJ

Uma perícia da Polícia Federal encomendada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) aponta um superfaturamento de pelo menos R$ 8 milhões em contratos de R$ 30 milhões na área de informática da Corte. Os peritos chegaram a esse valor comparando os preços contratados pelo STJ e os de mercado.

Eles apontaram, também, indícios de acerto prévio entre as empresas concorrentes. As irregularidades ocorreram [su_frame align=”right”] [/su_frame]quando o ministro João Noronha era o responsável pela área de informática.

Integrantes da comissão interna escalados para apurar as irregularidades reclamaram que estavam sendo sabotados na investigação e, por isso, a PF foi acionada.

A Procuradoria-Geral da República também investiga os principais suspeitos do caso. O STJ e o ministro João Noronha não quiseram se manifestar sobre o episódio.

O ministro João Noronha foi o relator do processo de cassação do governador de Rondônia, Confúcio Moura no final do ano passado. Confúcio havia sido cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral por ter distribuído, durante a convenção do PMDB, um verdadeiro banquete as mais de 2 mil pessoas que estavam presentes ao evento. Segundo o ministro, “não houve crime algum”.

As informações são da revista Época

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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