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Motorista de aplicativo desaparece após sair para buscar passageiros em Anápolis (GO)

Segundo delegado, Cleyton da Silva Nascimento é condutor da Uber, mas aceitou corrida por mensagem de celular.

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O motorista Cleyton da Silva Nascimento, de 30 anos, desapareceu após buscar passageiros no Bairro das Bandeiras, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Segundo o delegado que investiga o caso, Carlos Antônio da Silveira, o desaparecido é cadastrado no aplicativo de transportes Uber, mas aceitou a corrida solicitada por mensagens de celular. Depois de 19h de quinta-feira (30), ele não deu notícias a amigos, parentes ou à namorada.

“Ele e colegas motoristas têm um grupo por onde sempre avisam quando pegam algum cliente e quando finalizam as corridas. Por volta de 18h45 ele avisou que estava chegando para pegar clientes e que deveria deixá-los no setor Privê Lírios do Campo. No entanto, desde então, não foi mais visto e ninguém conseguiu falar com ele”, explicou ao G1.

Segundo o delegado, o carro do desaparecido também não foi encontrado ainda. A Polícia Civil está colhendo mais informações sobre a vítima, além de quem e quantos seriam os passageiros que solicitaram a corrida. Silveira afirmou que trabalha com a hipótese de assalto e os clientes são os principais suspeitos.

Namorada do motorista, a arquiteta Cristiane Jardim Campos, de 23 anos, contou que a última vez que teve notícias de Cleyton foi por volta de 19h, quando conversaram sobre o jantar, mas desde então, não conseguiu contato com ele novamente.

“Eu perguntei a ele se ele estava com fome e ele disse que sim, então eu falei que faria janta para ele, então ele iria lá para casa depois, mas não deu mais notícias. Os amigos dele que também são motoristas alertaram que ele foi fazer uma corrida e sumiu. Estamos muito preocupados, quanto mais tempo passa, maior a preocupação. Não fazemos ideia de onde ele pode estar ou o que pode ter acontecido”, disse.

A assessoria de imprensa da Uber informou, em resposta ao G1, que “se coloca à disposição das autoridades para fornecer informações no curso da investigação, dentro dos termos da Lei”.

Fonte: g1

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