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MP e PROCON fiscalizam os preços praticados nos postos da Capital após a cheia

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Os seguidos aumentos de preços nos postos de combustíveis em Porto Velho após a intensificação da cheia do rio Madeira viraram alvo de fiscalização do MP que determinou que o PROCON a fiscalização de vários postos na cidade para constatar se há ou não abuso contra o consumidor portovelhense no aumento praticado nas bombas de combustíveis de toda cidade.

O Código de Defesa do Consumidor proíbe o aumento em preços de qualquer produto sem justificativa. Os preços, que elevaram de forma súbita nos postos de gasolina desde o inicio da cheia do rio Madeira não está sendo visto com bons olhos pela comunidade local. O fato das distribuidoras de combustíveis instaladas em Porto Velho não darem nenhuma informação sobre quais os impactos efetivos que a cheia trouxe para a operacionalização dos serviços aumentam ainda mais a desconfiança por parte dos motoristas que acreditam que muitos postos estariam utilizando-se da situação de calamidade pública para lucrar com a elevação do preço.

O preço médio, da gasolina, praticado nos últimos dois meses passou de R$ 3,109 para R$ 3,249 um aumento acima do normal em qualquer período do ano.

Até a próxima semana o PROCON/RO deverá encaminhar o relatório ao Ministério Público Estadual que irá analisar se existe intensão de abuso por parte dos distribuidores e donos de postos de gasolina no aumento de preços de combustíveis na capital.

Fonte: Rondoniaovivo

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