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Mulher viciada em sexo conta como dependência quase arruinou sua vida

Monique Price diz que é viciada em sexo desde os 15 anos, quando fez uma orgia com vários homens e passou a precisar disso o tempo todo

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Muitas pessoas gostam de sexo, mas uma jovem de 25 anos diz ter passado dos limites. Com mais de 100 parceiros sexuais acumulados, a estadunidense Monique Price conta que ser viciada em sexo quase arruinou sua vida e a fez contrair várias Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs).

Monique fez sexo pela primeira vez aos 14 anos de idade, e a experiência não foi das melhores. “A primeira vez que fiz sexo foi tão doloroso que eu pensei em nunca mais fazer”, diz ao jornal “Daily Mail”. Entretanto, ela mudou de ideia. Aos 15, mas fingindo que tinha 18, ela participou de sexo grupal com vários homens. “Participar da orgia foi uma experiência nova e selvagem para mim. Depois disso, eu me tornei absolutamente viciada em sexo e precisava disso o tempo todo”, conta a mulher ao jornal.

A partir dessa primeira experiência sexual, Monique começou a conhecer homens mais velhos com frequência na Internet e a mentir sobre sua idade para que ela pudesse fazer sexo. Ela chamava homens para irem para sua casa quando seus pais não estavam, enviava fotos nuas e gravava vídeos pornôs para satisfazer seus desejos sexuais insaciáveis.

“Quando eu era jovem, eu podia sentir meu corpo com esses impulsos incontroláveis ​​e sentimentos estranhos”, explica Monique. “Quando fui ao médico, ele me disse que eram hormônios adolescentes. Ele me perguntou se eu era sexualmente ativa, mas é claro que eu menti porque minha mãe estava na sala.”

As coisas começaram a sair do controle quando Monique, aos 25 anos, já tinha tido relações sexuais com mais de 100 parceiros diferentes e tinha sido diagnosticada com múltiplas DSTs. Ela conta que era tão impulsiva que não estava usando preservativos para se proteger, mesmo quando estava grávida.

“Eu não percebi que o que estava fazendo era perigoso porque eu só estava pensando em mim”, diz Monique. “Eu definitivamente era uma mãe ruim. Eu colocava meus filhos para dormir e depois saia de casa para fazer sexo. Todas as pessoas da minha família estavam com raiva e não confiavam em mim”, completa.

“Quando eu estava grávida do meu quarto filho o desejo por sexo ficou ainda maior por causa dos hormônios e eu tive relações sexuais desprotegidas com muitos caras diferentes. Peguei DSTs que poderiam ter matado meu filho e eu não parava porque meu corpo não queria que eu parasse”, confessa Monique.

“Eu estava presa em um buraco escuro profundo e não sabia como sair. Eu pensava que minha vida tivesse acabado”, desabafa a mulher.

Tratamento

Foi só quando ela conheceu Brandon, um motorista de empilhadeira, que começou a ter esperanças novamente. O homem ajudou Monique a lidar com seu vício, permitindo que ela passasse a ver o sexo como “amoroso e romântico”. “Eu percebi que ele me amava porque ele não era como os outros homens com quem eu estive antes”.

“Ele realmente se importava e queria começar uma família comigo”, conta a mulher. “Brandon continuou implorando para eu desistir da minha dependência sexual antes de eu me matar, mas na época não me via com potencial para mãe ou esposa. Eu até queria dar ao nosso bebê que ia nascer para adoção”. Segundo Monique, ele a fez recuperar o controle de sua vida e a fazer terapia de dependência sexual.

Mas Monique ainda não deixou de ser viciada em sexo. Ela ainda tem seus impulsos e tem que lutar contra o desejo de pedir a Brandon para fazer sexo “pelo menos seis vezes ao dia”. O casal diminuiu o número de vezes que eles transam para apenas duas vezes por semana, para manter o vício de Monique controlado e permitir que o sexo seja amoroso e romântico.

IGDelas

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