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Nas eleições deste ano, rondonienses correm o risco de ter que escolher entre Confúcio e Maurão

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Confúcio (esq) responsável pela quebra do estado e Maurão foi indiciado pela PF
Confúcio (esq) responsável pela quebra do estado e Maurão foi indiciado pela PF

A medida em que aproxima as eleições, candidaturas começam a ser definidas e o que já é ruim, pode piorar. Os rondonienses estão correndo o risco, cada vez maior, de ter que escolher entre Maurão de Carvalho e Confúcio Moura e isso, politicamente falando, é o caos.

Confúcio, que completou três anos de mandato em janeiro, vem mantendo a tradição peemedebista de governar, denúncias de corrupção, desvio de recursos, superfaturamentos, envolvimento de familiares (ele, assim como Valdir Raupp também tem um cunhado atrapalhado) em esquemas no governo e mantém a Assembleia Legislativa através de acordos nada republicanos com a maioria dos parlamentares. Aumentou absurdamente a dívida do Estado e sua equipe econômica tem que fazer verdadeiros malabarismos para fechar as contas no fim de cada mês.

Já o deputado estadual Maurão de Carvalho, ligado a Assembleia de Deus, foi picado pela “mosca azul” e vem espalhando que é candidato ao governo. Maurão, como não é novidade para ninguém, foi indiciado pela Polícia Federal na Operação Dominó (2006) por desviar recursos da Assembleia Legislativa atraves de uma folha de pagamento fantasma, que favoreceu 23 dos 24 então deputados estaduais da época. Até hoje o Tribunal de Justiça não condenou Maurão de Carvalho.

Também como pré-candidato, o deputado federal Padre Tom (PT), cujo partido já administrou Porto Velho e teve grande parte do primeiro escalão da prefeitura, incluindo o ex-prefeito Roberto Sobrinho, preso acusado de uma série de irregularidades. Porto Velho está abandonada e Roberto, assim como os demais presos, integram a “equipe de campanha” de Padre Tom.

Outra pré-candidatura que foi oferecida à população é a do ex-senador Expedito Júnior, que foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral acusado de compra de votos nas eleições de 2006. O caso de Júnior vem sendo debatido até hoje nos tribunais em função da aplicabilidade da lei do ficha limpa e ele corre o risco de ter o pedido de registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral, o que lhe obrigaria a disputar por força de liminar.

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