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Para Cassol “candidata eterna derrotada” requenta matéria para tentar tomar seu mandato

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O senador Ivo Narciso Cassol enviou nota nesta terça-feira onde rebate a matéria “Procuradoria Geral Eleitoral pede a cassação do diploma de Cassol” , divulgada na semana passada pelo advogado da ex-senadora Fátima Cleide, Ernandes Segismundo. Para Cassol, “os inconformados com as sucessivas derrotas sofridas nas urnas tentam confundir a opinião pública “requentando” notícias antigas e divulgando fatos que nada acrescentam ao processo político atual”.

O senador foi mais incisivo ao afirmar que Fátima tenta atribuir sua “fragorosa derrota” a presença do senador em um culto, realizado em Rolim de Moura pela igreja do auto-proclamado “bispo Waldomiro Santiago”. Segundo Cassol, “fui eleito para o Senado Federal obtendo 454.087 votos contra 225.300, ou seja, mais que o dobro dos votos da candidata eterna derrotada”.

Leia a íntegra da nota de Ivo Cassol:

NOTA DO SENADOR IVO CASSOL

Mais uma vez os inconformados com as sucessivas derrotas sofridas nas urnas tentam confundir a opinião pública “requentando” notícias antigas e divulgando fatos que nada acrescentam ao processo político atual.

Ao divulgar nos meios de comunicação uma nota com o título “Procuradoria Geral Eleitoral pede a cassação do diploma de Cassol” o advogado da ex-senadora derrotada nas urnas (e ex-advogado do Partido dos Trabalhadores), Ernande Segismundo, apelou ao Tribunal Superior Eleitoral para tentar me tomar o mandato naquele Tribunal (depois de ter sido derrotado no T.R.E. de Rondônia), justificando que a minha presença em um culto religioso foi a causa da fragorosa derrota de sua cliente nas eleições de 2010, quando fui eleito para o Senado Federal obtendo 454.087 votos contra 225.300, ou seja, mais que o dobro dos votos da candidata eterna derrotada.

Compareci ao culto da Igreja Mundial em Rolim de Moura, onde entrei mudo e saí calado, e continuo frequentando os cultos religiosos que sou convidado. Jamais deixei de orar por mim, pela minha família, pela população e pelos governantes, independentemente de ser candidato ou não a qualquer cargo eletivo.

O culto citado na ação foi iniciativa da Igreja Mundial, não foi organizado por mim e nem pelo meu comitê de campanha. Em nenhum momento me pronunciei, apenas orei com os demais presentes, em nenhum momento foi pedido voto a meu favor, em nenhum momento se falou em eleição, candidatura ou qualquer coisa que pudesse me beneficiar. Aliás, em nenhum culto, missa ou oração que participei foi preciso usar destes artifícios para vencer a eleição, a população de Rondônia conhecia o meu trabalho e respondeu nas urnas.

Finalizando, não abro mão de orar pela minha família e nem de pedir as bênçãos de Deus para as autoridades, conforme está na bíblia, na primeira carta de Timóteo, capítulo 2, versículos de 1 a 4: “Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” .

Sou senador e cumpro as Leis. Mas acima de tudo sou cristão, sou fiel aos mandamentos do Senhor e vou continuar orando, em público ou no silêncio da minha casa, independente de ter ou não ter mandato nem de ser condenado ou absolvido por qualquer Tribunal.

Ivo Cassol – Senador

 

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