fbpx
Pastor forja evento religioso para vender carro e culpa Satanás

pastor Gustavo Reis, da Igreja Luzz, teve os seus equipamentos de som apreendidos pela Prefeitura de Guarujá, no litoral de São Paulo, por realizar um evento considerado ilegal pela administração da cidade. O religioso é acusado de forjar um evento evangélico para lançar e vender uma réplica de um carro de luxo. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele se defende: “responsabilidade de Satanás”.

Como explica o G1, o evento aconteceu durante o carnaval, na Rua das Acácias, em frente à Praia de Pernambuco, região de alto padrão, que reúne muitos turistas. O pastor montou uma tenda e pendurou cartazes.

Antes da apreensão, o religioso havia solicitado autorização da prefeitura para fazer o evento, mas detalhou como um encontro religioso. “Objetivo: reunir cristãos da cidade de Guarujá para comunhão e propagação do evangelho de Cristo Jesus aos moradores e turistas, através do evangelismo e culto”, escreveu no documento.

A Secretaria de Cultura da cidade não autorizou a realização do evento por entender que não era de cunho religioso. Uma força-tarefa montada pela administração do município, com o apoio da Guarda Municipal e da Polícia Militar, monitorou a divulgação da atividade nas redes sociais.

Conforme anunciado, o evento foi realizado pelo pastor. Ele foi intimado pela equipe da força-tarefa a desmontar a estrutura, mas, “como insistiu, mesmo sendo notificado a não fazer, a prefeitura apreendeu os equipamentos” um pouco mais tarde, explicou em nota a administração.

Para a equipe de fiscalização, o pastor forjou uma ação religiosa para promover o lançamento e a venda da réplica de um veículo conversível de alto padrão.

Depois da apreensão, o pastor Gustavo Reis publicou um vídeo de quase 20 minutos em uma rede social se defendendo. “A culpa não é de um indivíduo, é de um sistema, da falta de comunicação. E isso o Anticristo, o Satanás utiliza de todas as maneiras para colocar as pessoas umas contra as outras”, disse. Ainda de acordo com o pastor, o evento “seria uma bênção às pessoas”. Assista:

Ao G1, o pastor afirmou que o evento foi “mal interpretado” pelas autoridades de Guarujá. “Não houve venda de carro nenhum. Aquele carro era de exposição, é um boneco, justamente para chamar a atenção das pessoas para o evangelho que estávamos pregando”.

O religioso admitiu ser responsável pela venda e produção do veículo, e lamentou a atitude da prefeitura.

Fonte: noticiasaominuto

Painel Político, é um blog de notícias de Rondônia, com informações sobre política regional, nacional, economia, jurídico e variedades. Siga-nos nas redes sociais, visite-nos diariamente e fique sempre bem informado.

Deixe uma resposta