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PGJ explica detalhes da Operação Mamon

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Coletiva no Ministério Público detalhou como funcionava o esquema de desvios de recursos através do perdão de dívidas pelo Tribunal Administrativo Tributário do Estado (TATE). O auditor que foi preso tinha em sua conta pessoal, R$ 22 milhões e em sua casa os investigadores encontraram R$ 2 milhões em cheques, além de pelo menos uma centena de escrituras de imóveis registrados em seu nome em diversos estados. Também foi encontrado um revólver, que não tinha documentação. As investigações prosseguem, já que existem indícios de envolvimento de pelo menos 120 pessoas físicas e jurídicas no maior esquema de fraude do Estado. Veja vídeo:

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