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PM é executado a tiros e tem carro pichado; em RO, policial é morto com a própria arma

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Um soldado da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) foi encontrado morto na Zona Norte do Rio, na manhã deste domingo. Segundo informações de colegas de farda, José Josenilson Alves dos Santos, de 31 anos, levou pelo menos cinco tiros. O corpo estava na Avenida Brasil, na altura de Cordovil, e foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML).

Em grupos de WhatsApp de policiais militares e também em perfis de Facebook, circula uma foto de um Honda Civic com a pichação “Morre PM” na lateral. Em outra imagem, estão as iniciais de uma facção criminosa. Segundo as mensagens, o carro pichado era de Santos. Um colega de farda do soldado morto confirmou  que realmente se trata do veículo do agente. O carro está sendo periciado pela Divisão de Homicídios (DH), que investiga a morte.

A morte do soldado só foi descoberta na noite deste domingo. Isso porque a viúva do policial estranhou quando ele não voltou para casa – o soldado estava escalado para trabalhar das 6h às 18h. Houve, então, uma busca por Santos e o corpo acabou sendo encontrado no IML.

Procurada para comentar o episódio, a assessoria de imprensa da PM informou que “na manhã deste domingo (26/06) um policial foi encontrado morto próximo ao Viaduto de acesso à BR 040, Cordovil. O crime até o momento foi de autoria e motivos desconhecidos. Não temos o horário do enterro ainda”.

Segundo as primeiras informações de agentes que investigam o assassinato do soldado, ele teria sido vítima de uma falsa blitz. Ele teria saltado do carro e atirado nos bandidos, mas foi perseguido e morto. Bombeiros que passavam pelo local viram Santos, já caído no chão, sendo revistado pelos criminosos. A arma do PM foi levada.

Policial é morto em Rondônia com a própria arma

O Soldado da Polícia Militar (PM) Rodinei Alberto Canela, de 35 anos, foi morto com um tiro na cabeça na madrugada deste domingo (26), durante uma festa junina realizada em uma creche municipal, localizada no Setor 4, em Campo Novo de Rondônia (RO), na região do Vale do Jamari. O crime aconteceu após um suspeito assediar a esposa do policial. A arma utilizada no crime era do próprio militar, que foi encontrada em um terreno baldio próximo ao local do ocorrido. Um dos suspeitos de envolvimento no homicídio foi preso.

De acordo com o boletim de ocorrência, o policial estava na festa junina na companhia da esposa, quando um suspeito se aproximou e teria chamado a mulher para dançar. Mesmo com a negativa, o homem insistiu e passou a assediá-la. Ao perceber a situação, o policial pediu para ele ir embora. Inconformado, o suspeito arremessou um copo plástico com cerveja na direção do soldado e o empurrou. O militar teria tentado se defender no momento em que outros dois agressores interviram, e os três passaram a agredir o policial, que foi derrubado. Caído ao chão, o policial continuou sendo atacado pelos suspeitos com chutes e socos.

Em certo momento das agressões, o suspeito que assediou a mulher do soldado localizou a arma  de fogo na cintura do militar e tomou o revólver. O policial tentou reaver a arma, quando o homem atirou na cabeça do militar. Ele foi socorrido ao hospital do município, mas deu entrada na unidade hospitalar já sem vida.

Após atirar no policial, o suspeito fugiu, assim como os demais agressores. Um dos suspeitos de participar das agressões foi preso horas após o crime. O homem que teria atirado e o outro que agrediu o policial já foram identificados pela polícia, mas ainda não foram localizados.

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