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As respostas sobre o que aconteceu no carro e qual foi a causa das mortes dependem de exames periciais nos corpos e no carro de polícia

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga as possibilidades de vazamento de gases em viatura e de falha em procedimentos de patrulhamento para tentar explicar as mortes misteriosas de dois policiais militares na capital fluminense. Eles foram achados por colegas, na madrugada do último sábado (5), aparentemente desmaiados e sem ferimentos dentro de um carro da Polícia Militar e levados às pressas para um hospital, mas não sobreviveram.

O veículo onde estavam o sargento Rosemberg de Jesus Príncipe, 38, e o soldado Bruno Pereira Martins dos Santos, 36, estava estacionado na estrada Roberto Burle Marx, em Barra de Guaratiba, na zona oeste carioca.

Fontes ligadas à investigação disseram à reportagem do UOL que uma das hipóteses é de que tenha ocorrido um vazamento de gases dentro do veículo — ainda não está claro, porém, se seria monóxido de carbono produzindo pela combustão no motor, GNV (gás natural veicular) usado como combustível ou outro tipo de gás.

Chegou-se a cogitar na ocasião que os policiais teriam sido intoxicados de forma intencional por desconhecidos, mas, embora a hipótese não tenha sido descartada, ela vem perdendo força. Os policiais foram encontrados com suas armas e não há informação de que algo tenha sido roubado de dentro do carro.

Outra vertente da investigação tenta descobrir se as mortes poderiam ter sido evitadas. A polícia investiga se os agentes eventualmente descumpriram procedimento policial de patrulhamento em pontos estáticos.

Segundo essa norma, os dois policiais não podem ficar ao mesmo tempo dentro do carro da polícia. A orientação é de que um deles fique do lado de fora para ser capaz de identificar qualquer ameaça, avisar o colega e reagir.

Embora o procedimento não tenha sido pensado para evitar eventuais falhas do veículo –que nesse caso podem ter levado as vítimas à intoxicação–, em tese, sua adoção poderia ter salvo a vida dos policiais.

As respostas sobre o que aconteceu no carro e qual foi a causa das mortes dependem de exames periciais nos corpos e no carro de polícia.

O sargento Príncipe, que estava na PM desde 2005, era solteiro e não tinha filhos. Já o soldado Bruno, que entrou para a PM em 2013, era casado e deixa dois filhos.

Com a morte dos dois policiais militares, 43 integrantes da corporação já morreram este ano no Estado do Rio de Janeiro. Em 2017, o número de PMs mortos no Rio foi de 134

Fonte: uol

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