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Polícia localiza criança que foi levada de leito do HB

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Uma equipe da DEPCA (Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao adolescente) após receber uma série de denúncias anônimas se deslocou até a cidade de Ariquemes, interior de Rondônia, onde localizou uma recém-nascida com cerca de 20 dias, que havia sido adotada de forma irregular em um leito no Hospital de Base em Porto Velho.

Segundo informações colhidas junto aos agentes de polícia, a criança foi localizada com a dona de casa Clarice C.C. (36), que disse ter ganhado a criança da colega, Adriana Aragão Domiciano (36), mãe da bebê, moradora da cidade de Cujubim. Em depoimento, Clarice falou aos policiais que Adriana é dependente química – usuária de crack – e não queria a criança porque não tem condições de criar. Clarice disse que foi até o Hospital de Base em Porto Velho e mesmo sem portar nenhum documento de parentesco com criança, saiu de lá com a bebê no colo, como sendo a mãe, após conversar com uma assistente social do local.

Depois de passar alguns dias em casa com a criança, à vizinhança estranhou o fato de a mulher não estar grávida e aparecer com um bebê de colo dizendo ser mãe. Logo denunciaram à polícia.

Clarice foi conduzida para a DEPCA e depois de prestar depoimento foi liberada, por apresentar uns documentos de guarda da criança. O caso continua sob investigação para esclarecer a facilidade de o bebê ter sido entregue a uma pessoa que não é da família.

 

CASO NICOLAS NAITIZ
No último dia 23/05 foi registrado também na DEPCA o desaparecimento do recém-nascido Nicolas Naitz, filho de um casal também residente da cidade de Cujubim, que nasceu no município de Candeias do Jamary e foi encaminhado até o Hospital Come e Damião, em Porto Velho. Familiares disseram em oitiva na delegacia especializada que após a criança apresentar um quadro infeccioso foi internado no hospital publico Cosme e Damião e depois a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Maternidade Regina Pacis, onde morreu após agravamento de seu quadro.

Após o óbito confirmado por uma médica da maternidade, o corpo do recém-nascido foi levado para o necrotério do Hospital de Base por uma ambulância – que foi acompanhada pela avó que não chegou a ver o neto morto, mas um “embrulho” feito com lençol que diziam ser a criança. Uma vez entregue no HB o corpo sumiu. Passados 12 dias o mistério permanece, o corpo sumiu.
A polícia não descarta nenhuma hipótese. A investigação do caso está correndo de forma sigilosa e a delegacia está juntando as peças do quebra cabeça após ouvir além dos familiares, funcionários dos dois hospitais envolvidos no desaparecimento do pequeno Nicolas.

Fonte: Rondoniaovivo

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