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Polícia procura homem que deformou rosto de sua mulher a golpes de capacete

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Baixe nosso aplicativo para celular Baixe nosso aplicativo para celular Uma mulher de 36 anos de idade foi agredida violentamente pelo próprio amásio a golpes de capacete na tarde do último sábado (7). A agressão foi tamanha que o rosto da vítima ficou desfigurado. O crime ocorreu na rua Afonso Pena, em Ouro Preto do Oeste. O agressor é Flávio Salviano, um vigilante da empresa Ronda.

Relatos da polícia informam que, ao chegarem à residência onde estaria ocorrendo uma briga entre o casal, encontraram a vítima com lesões no olho esquerdo, nariz, maxilar e na cabeça e que a mesma estava sendo socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros.

Flávio Salviano está sendo procurado pela Polícia Civil
Flávio Salviano está sendo procurado pela Polícia Civil

Ainda conforme consta no Boletim Policial, testemunhas disseram que o suspeito utilizou-se de um capacete para desferir os golpes na vítima e que, em seguida, fugiu do local em uma motoneta Biz. A Polícia Militar foi até o hospital para colher mais informações, porém, devido à gravidade dos ferimentos, a vítima não conseguia conversar, tendo sua irmã repassado os dados da agredida e do agressor. De acordo com relatos de testemunhas, após agredir a companheira com o capacete, Flávio ainda teria chutado o rosto da vítima quando ela estava no chão.

Hospital
Segundo um dos enfermeiros do Hospital Municipal Drª Laura Maria Braga que prestou atendimento à vítima, a mesma sofreu lesão no nariz e um edema no olho esquerdo. A agredida reclamava de fortes dores no nariz e no maxilar e, por esse motivo, o médico que a atendeu solicitou que fosse feita uma tomografia da face. A vítima está com o maxilar fraturado e a cirurgia deve custar algo em torno de R$ 9 mil

A Polícia
Em contato, o delegado Júlio César Souza informou que não houve flagrante, tendo em vista que o suspeito não foi localizado. Porém, disse que será instaurando o inquérito policial por lesão corporal e que foram determinadas todas as diligências previstas na Lei Maria da Penha. O delegado também explicou que neste caso não cabe requerer a prisão preventiva, uma vez que a pena é inferior a 4 anos. Frisou também que haveria essa possibilidade caso o agressor estivesse descumprindo a medida protetiva, mas que não foi o caso. Flávio continua foragido. Informações sobre seu paradeiro podem ser repassadas diretamente a Polícia Militar, pelo número 190.

 

 



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