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Polícia segue sem pistas no caso da modelo desaparecida

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A modelo teria saído do bar de madrugada, por volta das 3h do dia 14 e, desde então, não foi mais vista

A Polícia Civil de Piracicaba (a 164 quilômetros de São Paulo) investiga o desaparecimento da modelo Aline Pereira de Godoi Furlan, de 28 anos. A jovem foi vista pela última vez no dia 14 de julho, em um bar da cidade. A polícia não deu detalhes das apurações, mas ainda não tem pistas da jovem.

De acordo com a família, Aline nunca havia ficado tanto tempo sem dar notícias. “Ela nunca fez isso. Estava sempre me avisando sobre tudo. O celular continua está desligado. Ninguém sabe mais nada. Estou desesperada, mas tenho fé que ela vai aparecer”, disse a mãe da jovem, Creuza Pereira de Godoi.

A mãe também contou que a modelo teria tentado pedir socorro para o ex-namorado pelo celular, mas que a ligação estava ruim e que ela não conseguiu explicar o que estava acontecendo.

O carro que a jovem dirigia, um Toyota Corolla bege, também não foi localizado ainda. Aline mora em Santa Bárbara d’Oeste (SP) e estava no bar, em Piracicaba, com três amigos.

De acordo com testemunhas, houve um desentendimento entre os amigos e Aline teria se afastado deles. A modelo teria saído do bar de madrugada, por volta das 3h e, desde então, não foi mais vista.

A advogada da modelo, Daniele Helleno, que acompanha o caso, disse que a polícia está tomando as medidas necessárias, mas que ainda não tem pistas concretas. “Eles estão fazendo diligências, buscas, inclusive pelas áreas rurais, mas ainda não há nada.”

Segundo Daniele, a polícia já solicitou a quebra do sigilo telefônico da jovem. “Com a quebra do sigilo, poderão descobrir se ela ligou para alguém ou se passou em algum lugar depois do bar. Esperamos que tudo se resolva e que ela apareça.”

O caso está sendo apurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Piracicaba.

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