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Coluna – Batalhões da polícia ambiental poderiam ser realocados para atuar nas cidades de RO

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Estado tem órgãos de controle ambiental de sobra; e ainda, TJRO adota sistema BTS para novo prédio que não vai mais ser na Jorge Teixeira

Mais pra lá do que pra cá…

O PRB de Lindomar Garçon havia sido inserido no “grupão” que vem sendo capitaneado pelo ex-senador Expedito Júnior. Apesar disso, Garçon segue conversando com outros grupos, mas de olho em uma aliança com o MDB. O deputado federal, que vai disputar a reeleição, já viu que na chapa com Marinha Raupp e Lúcio Mosquini ele teria mais chances que na composição atual liderada pelo PSDB que tem Mariana Carvalho, Jaqueline Cassol, Expedito Netto, Tiziu e Luiz Cláudio. A matemática é bem simples, e Garçon já fez a conta.

Com isso

O “grupão” já contablizaria a primeira baixa, ao menos na aliança proporcional.

Esfriou

O atual governador Daniel Pereira (PSB) deu uma esfriada em seu projeto de reeleição e “congelou” qualquer conversa sobre o assunto, ao menos por enquanto. A estratégia é aguardar as demais candidaturas para definir seu futuro político. Se isso vai funcionar, é uma incógnita. A maioria acha que que ele não terá tempo para ganhar densidade na disputa.

Sempre em frente

Ignorando fofocas, disputas internas e pessimismo dos adversários, Maurão de Carvalho segue em sua campanha, alheio a todas essas “questões menores”. De longe é o mais organizado na disputa. E vem convencendo o MDB, que tinha uma ala que olhava com ceticismo sua candidatura.

Falta bom senso

Vereadores de Guajará-Mirim resolveram instaurar uma comissão para “investigar supostas irregularidades do prefeito Cícero Noronha” que segundo eles, estaria demorando para responder ofícios encaminhados pela câmara. Tenha paciência. A cidade está afundada em dívidas, desemprego galopante e mesmo assim com esforço e articulação política Noronha já conseguiu tirar o município do Cadin, onde estava inadimplente há mais de 12 anos e está adequando a máquina pública para ajustar-se à Lei de Responsabilidade Fiscal. E os vereadores, ao invés de se unirem em esforço coletivo para resolver os problemas da cidade, resolvem ficar procurando cabelo em ovo. Falta do que fazer dá nisso.

Built to suit

O conceito é relativamente novo, mas vem sendo usado por algumas instituições Brasil afora e o Tribunal de Justiça de Rondônia também adotou. Trata-se do “built to suit” ou comumente chamado de BTS, que é o “construir para servir”. Na prática, uma empresa constrói um prédio, com garantia de locação por um tempo determinado para uma entidade pública. No caso do TJRO um prédio com 8 pavimentos em estrutura metálica do tipo steel deck, com sala segura, rede lógica e elétrica estabilizada, gerador e nobreak, sistema de ar condicionado e manutenção predial completa, incluídos no contrato e também estão previstas 535 vagas de estacionamento. A área total será de 13.483,52 m², e será erguida na Av. Pinheiro Machado, esquina entre as Ruas José Bonifácio e Gonçalves Dias, onde era o Ypiranga. O novo prédio deverá abrigar os fóruns Cível, Criminal e Sandra Nascimento, além dos Juizados da Infância e Varas de Execução Fiscal, atualmente instalados em diferentes endereços da capital.

Então

O problema é que o mesmo TJRO havia comprado uma área na Avenida Jorge Teixeira onde iria construir essa mesma edificação. A grande questão é, o que será feito do terreno e porque não houve um estudo prévio para evitar essa despesa?

Poderia ser dispensada

A Polícia Militar Ambiental de Rondônia conta com um efetivo imenso, além de toda uma infra-estrutura que poderia facilmente ser utilizada em outras funções. Para fiscalizar o meio-ambiente e prender caçadores, já existem IBAMA, ICMBio, Sedam além de outras entidades. Os batalhões ambientais estão sendo subutilizados em Rondônia. E nem vou comentar sobre o dinheirão que seria economizado com a desativação dessas unidades e o realocamento dos policiais para outras áreas de segurança.

Pegou mal

O programa Roda Viva entrevistou na última segunda-feira a presidenciável Manuela D’ávila, e ela foi interrompida pelos entrevistadores incríveis 62 vezes quando tentava dar suas respostas. Quem assistiu ficou irritado com a falta de bom senso e educação dos jornalistas que participaram da conversa. Para quem não viu (e quer se irritar), assista abaixo.

Manuela no Roda Viva

Pílula especial pode substituir injeção de insulina, diz estudo

Quem tem diabetes tipo 1 precisa administrar insulina todos os dias para diminuir os níveis de glicose no sangue. Esse controle, contudo, deve ser feito via injeção ou por meio da chamada bomba de insulina (aparelho que envia pequenas quantidades do composto por 24 horas). E por que não dá para simplesmente tomar a insulina? Cientistas explicam que o composto não se dá bem com a composição ácida do estômago e acaba por não ser absorvido pelo organismo. Para superar esse desafio, pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, conseguiram envolver a insulina em uma cápsula resistente ao ácido estomacal. O feito foi publicado nesta segunda-feira (25) no “Proceedings of the National Academy of Sciences”. Os pesquisadores da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas (SEAS) John A. Paulson, de Harvard, explicam que a formulação é biocompatível, fácil de fabricar e pode ser armazenada por até dois meses em temperatura ambiente sem degradação. Cientistas acreditam que o novo medicamento deve melhorar o controle da glicemia e a qualidade de vida de pacientes com diabetes tipo 1.

Alan Alex
Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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2 comments

  1. A entrevista produzida pelo roda viva foi ridícula. As perguntas então…. além disso colocaram um cara que foi fazer campanha para o Bolsofujao. Poucas vezes o roda viva atingiu um nível tão baixo

  2. Realmente se percebe que o jornalista que produziu essa matéria sobre o batalhão ambiental não sabe o que está dizendo. Pesquise mais sobre as obrigações constitucionais da polícia, pergunte ao comando sobre o efetivo(ou falta dele) e procure saber se apesar de todos os órgãos fiscalizando e prendendo, se está havendo redução na degradação do meio ambiente, o que poderia revelar que se precisa ainda mais investimento nessa área.

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