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Coluna – Confúcio não foi para o DEM e partido quer Marcos Rogério governador

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Mas ele está bem convencido a trabalhar por sua reeleição; e ainda, a transposição da confusão agora tem mais duas comissões

Meta

O DEM não tem nenhum governador em suas fileiras, e quer. Um dos nomes que o partido avalia lançar agora em 2018 é o de Marcos Rogério, deputado federal de Rondônia. A meta da legenda é eleger pelo menos 7 governadores agora em 2018. Marcos foi sondado pela executiva nacional durante o encontro ocorrido na última quinta-feira aqui em Brasília, mas segundo ele, qualquer definição nesse sentido está bem longe, “meu foco é a minha reeleição”, afirmou.

Namorico

Marcos Rogério, que comanda o Democratas no Estado, disse que vem conversando com todos os atuais pré-candidatos, mas em função do bagunçado cenário eleitoral, fica difícil assumir qualquer tipo de compromisso, “qual a segurança que temos em caminhar em um projeto com o PDT (Acir Gurgacz), ou com o PP (Ivo Cassol), se existem situações que precisam ser analisadas do ponto de vista jurídico, e não político, afinal conhecemos o potencial político de cada um”, ponderou o parlamentar, que concluiu, “falamos com todo mundo”.

Depende

Na semana passada Marcos Rogério havia convidado o deputado federal Lúcio Mosquini a ingressar no DEM. Ao ser questionado sobre uma eventual mudança de partido e se, Confúcio mudasse ele (Mosquini) iria junto, Lúcio declarou, “Depende pra onde vai. Depende da coligação para Deputado Federal. Depende de quem é o cacique pra onde ele vai. Depende do candidato a Governador desse partido. Não é um caminho com muitas vantagens a minha saída”.

Com todos, menos contigo

Ainda segundo Marcos Rogério, o DEM deu carta branca para que as alianças sejam feitas nos estados, “exceto com o PT, esse não tem acordo”, declarou. Sobre a possível ida do governador Confúcio Moura para o DEM, Rogério afirmou que, “conversei com Confúcio e ele me disse que não seria candidato à nada, o que tira a urgência do processo. Claro que isso pode mudar, mas à princípio eu reproduzo o que ele me disse, que não renuncia e fica até o final do mandato”.

Já Daniel Pereira

Marcos Rogério avalia que o futuro político de Daniel Pereira está diretamente relacionado a decisão do governador, “se Pereira assumir o governo, ele fica empoderado e entra no jogo com musculatura, mas a coisa ainda está longe de definir, então, repito, meu foco é minha reeleição”. Sobre a pataquada do grampo e a conspiração, Marcos Rogério declarou “prefiro não comentar, apenas dizer que é muito triste para a política esse tipo de situação e gravíssimo tanto o teor da conversa quanto o ato de gravar clandestinamente”.

E Mariana?

O parlamentar afirmou que é muito próximo de Mariana Carvalho, e que havia conversado com a deputada há algum tempo, quando ela apresentou alguns cenários, mas que tudo depende de qual rumo os tucanos vão tomar, seguem com Expedito, ou vão lançar Mariana? questionou. Essa resposta, só depois do dia 7.

Confúcio sobre grampo e eleições

PAINEL POLÍTICO enviou alguns questionamentos ao governador na última quinta-feira. A resposta:

Cri…cri…cri…cri…cri…cri…

E qualquer outro assunto

Cri…cri…cri…cri…cri…cri

Esclarecedora

Transparente e coerente as falas do vice-governador Daniel Pereira ao jornalista Paulo Andreoli em entrevista no Rondoniaovivo nesta quinta-feira, que tomamos a liberdade de reproduzir na íntegra. Daniel falou sobre o grampo da confusão, a discussão que nunca existiu com Confúcio Moura e explicou sobre o recebimento do áudio da conversa. A entrevista coloca um ponto final nos boateiros que insistem em criar fatos o tempo todo, pior, desinformando e confundindo a população.

Nesse ponto

Preciso fazer uma observação. As redes sociais são um terreno perigoso para quem busca informação concreta. Pior, palpiteiros de todas as espécies se dizem “analistas” e saem alucinadamente tecendo teorias, fazendo acusações toscas e elas são irresponsavelmente replicadas. Alguns “sites de notícias” plantam informações obtidas através de futricas que circulam em grupos de Whatsapp e dão como verdadeiras as informações mais loucas. Então fica um alerta, cuidado com o que você replica, atenção a xingamentos e ofensas, a jurisprudência está bem avançada nesse campo e os “comentaristas” respondem criminal e civilmente. Fuja de Facebook se você quer se informar, procure jornalistas e sites que tem responsabilidade com a informação.

Transposição da confusão

A transposição dos servidores públicos de Rondônia continua emperrada, dando problemas e pelo jeito vai continuar assim por um bom tempo. A transposição não previa em seu texto a aposentadoria nem a manutenção de abonos e outros benefícios que os servidores recebem no Estado, o que representa uma perda salarial grande. Qualquer abono só é pago após um mínimo de 5 anos na função, no caso todos tem bem mais que isso, mas no Estado e não na União. Como o texto não prevê, não se aplica. O mesmo vale para a aposentadoria. Por isso, essa semana parte da bancada federal esteve reunida com o senador Romero Jucá para tentar resolver esses problemas.

Pois é

Montaram duas comissões para estudar o caso e produzir um relatório para ser apresentado, blá, blá, blá. Daqui a mais uns dias, a gente sabe o resultado disso ai.

Aço

Donald Trump, como medida protecionista ao mercado americano, sobretaxou o aço importado do Brasil. Isso para nós, representa uma ameaça direta a uma indústria que emprega 200 mil pessoas. A medida do governo americano é correta, do ponto de vista deles, melhor desemprego aqui, do que lá. Mas isso é bom para que o brasileiro médio compreenda a importância que foi a tentativa do governo Lula, em buscar novos mercados na Ásia, África e Oriente Médio. Na época, a imprensa brasileira criticou afirmando que “o governo apoiava ditadores do Irã”, ou “negocia com a África que é pobre”. O continente africano é dividido em dezenas de países menores, alguns riquíssimos e nós estávamos abrindo mercado com eles. Os americanos interviram, pressionaram oferecendo preços melhores. Agora, fecham as portas em nossa cara, em um dos momentos em que nossa economia está mais fragilizada. Continuamos uma colônia submissa, e pior, ainda idolatrando os colonizadores. Agora vai sobrar panela de aço para bater.

E olha essa

Canadá, México e Chile fecham acordo global do Pacífico contra o protecionismo de Trump. O TPP11, um dos maiores acordos comerciais do mundo, é selado horas antes de o presidente dos EUA ratificar a sobretaxação do aço e do alumínio e o Brasil ficou sozinho, não temos o Mercosul consolidado nem temos a quem recorrer. O tema é bem complexo, mas AQUI você tem uma visão mais detalhada sobre o assunto. E não, não sou petista, sou brasileiro e acho que afundamos em nosso colonialismo ridículo.

Alzheimer: exame de sangue poderia prever risco da doença

Em um novo estudo publicado no periódico científico Alzheimer’s & Dementia, pesquisadores identificaram no sangue moléculas que podem servir como biomarcadores precoces do risco de Alzheimer. Este é o primeiro estudo a sugerir que a presença de elevados níveis de aminoácidos de cadeia ramificada podem indicar baixo risco de demência. “Agora está claro que precisamos olhar para além dos caminhos tradicionalmente estudados da amiloide e da tau e entender todo o espectro de patologia envolvida em pessoas que apresentam sintomas de doença de Alzheimer e outras demências”, observa Sudha Seshadri, professor de neurologia e líder do estudo. A demência é uma doença que afeta o cérebro e gradualmente rouba a capacidade de um indivíduo lembrar, pensar, argumentar, se comunicar e cuidar de si mesmo. O Alzheimer é a forma mais comum do problema. Cerca de 47 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, 65% delas com doença de Alzheimer.

Alan Alex
Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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