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Coluna – Mauro Nazif conseguiu piorar o que já era ruim em Porto Velho, o transporte coletivo

E ainda, vamos falar de amor, saiba um pouco mais sobre o Hospital do Amor da Amazônia

Só valoriza quem precisa

O Hospital do Amor, nome adotado pelo Hospital do Câncer de Barretos em uma inteligente estratégia de marketing, tem uma estrutura que impressiona. Fiz uma visita na tarde desta quinta-feira, na unidade de Porto Velho a convite do diretor executivo Jean Negreiros e os números apresentados são realmente impressionantes. Ainda em fase de conclusão de obras, já estão sendo atendidas, em média, 700 pessoas todos os dias, oriundas de Rondônia, Acre, Amazonas e até do Amapá. E com todos os esforços que são dispensados pelas equipes, tanto da unidade de Rondônia, quanto das demais, as cifras são altíssimas e o hospital precisa de toda ajuda possível.

R$ 60 milhões

É quanto já foi investido na construção equipamentos da unidade de Rondônia, que foi batizada de Hospital do Amor da Amazônia. Empresários dos mais diversos setores patrocinam as obras e compra de equipamentos, e é um dinheiro muito bem empregado. Apenas pelo fato de ser diagnosticado com câncer, seja ele qual for, o paciente já desmorona, e a família vai junto. A dignidade oferecida no Hospital do Amor é uma coisa sem preço. Lá não tem filas, não tem gritaria e o agendamento funciona.

Modernização e pesquisa

O Hospital vem investindo pesado na capacitação de seus profissionais, através de cursos, mestrados e incentivo à pesquisa. Os equipamentos utilizados em tratamentos são novos, modernos e menos invasivos, permitindo qualidade de vida a quem passa pelo calvário de ter que fazer uma radioterapia ou quimioterapia. Nos próximos meses estará sendo inaugurada a ala pediátrica, humanizando o atendimento as crianças que hoje se tratam no Hospital de Base.

17

Uma curiosidade. Atualmente 17 indígenas estão em tratamento de câncer. As causas, lógico, a convivência com nossa alimentação, produtos processados e industrializados. E os indígenas, ao contrário do restante da população, não apresentam queda de cabelo no tratamento quimioterápico. E apenas eles.

Maiores incidências

Pacientes com câncer de próstata e mama são os de maior incidência. O principal motivo, a falta de consultas preventivas. Quando chegam ao hospital já foram diagnosticados e normalmente encontram-se em estágio avançado, complicando o tratamento.

Visite, ajude

Faça uma visita, você que é profissional liberal, pequeno, médio, grande empresário e ajude como você puder. Não é agourando, mas todos nós estamos passíveis de adoecer. Atualmente o hospital é mantido com bingos, eventos solidários e doações que são feitas por gente de todo o Estado, e até da Bolívia. Guayarámerin e Riberalta têm representantes que promovem eventos para arrecadar recursos ao hospital. Se preferir, faça uma doação online CLICANDO AQUI.

Lambança

Mauro Nazif conseguiu piorar o que já era ruim. Ele trocou o monopólio de três empresas do transporte público de passageiros pelo monopólio de uma só, que passados mais de 3 anos desde que assumiu, não conseguiu implantar veículos de qualidade (continua rodando com pau velho), o setor está sempre em greve por insatisfação dos trabalhadores e claro, quem paga a conta é a população. E a prefeitura, claro, pulou fora da confusão informando “estar adotando todas as medidas legais e cabíveis para que o sistema de transporte público volte a funcionar normalmente na capital”. Só não disse quais medidas são essas.

Violência

Em Rio Branco (AC) três jovens (18,14, 13 anos) haviam saído na noite de domingo (5) para uma feira agropecuária e as duas meninas (13,14) estavam desaparecidas. O rapaz foi encontrado morto com as mãos amarradas no fundo de um poço em um terreno baldio na tarde de quarta-feira e nesta quinta encontraram Isabella Lima, de 14 anos. A população do Acre está acuada com a onda de violência que assola o Estado. Por lá, estão assaltando até nas paradas de ônibus, tanto os usuários quanto os trabalhadores do sistema. E o Estado não está conseguindo reagir a altura.

Homens também podem sofrer de depressão pós-parto, dizem estudos

Pesquisas sugerem que tanto homens quando mulheres experimentam algum tipo de depressão após o nascimento de uma criança, segundo pesquisas apresentadas em Congresso da Associação Americana de Psicologia (APA) nesta quinta-feira (9). Cerca de 10% dos novos pais experimentam algum tipo de depressão e até 18% têm algum tipo de transtorno de ansiedade, mostraram especialistas, como Dan Singley, professor na Universidade de San Diego, nos Estados Unidos. Os dados são da Organização Mundial da Saúde. Singley explica que a prevalência de sintomas depressivos é comparável entre mães e pais novos — e afirma que a depressão pós-parto não pode ser vista enquanto questão emocional feminina somente. Alguns motivos para a depressão neles, segundo cientistas: A privação de sono neles, assim como nas mães, é o principal fator para o surgimento de sintomas de depressão; A falta de sono e o tempo longe do trabalho também aumenta a ansiedade; Dificuldades de entender o novo papel de pai; Dúvidas sobre ser ou não um pai competente. Especialistas salientam a necessidade de triagem em homens, principalmente aqueles que já apresentam histórico de saúde mental. Outro ponto que pode ajudar novos pais na superação de sintomas depressivos é dividir com amigos e familiares as dificuldades emocionais do período.

Alan Alex
Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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