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Coluna – “Não tem o menor perigo de Jaqueline sair ao governo”, afirma Ivo Cassol

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Grupos políticos andam em busca de nomes novos; e ainda, o cabeludo caso de Candeias do Jamari

Sem chance

Em contato com PAINEL POLÍTICO por telefone, o senador Ivo Cassol afirmou que sua irmã, Jaqueline, não vai disputar o governo “em hipótese alguma”. De acordo com Ivo, a prioridade é a câmara federal, e desistir desse projeto não passa nem perto dos objetivos de seu grupo, “Jaqueline é candidata a deputada federal, e vamos trabalhar por todo o grupo. Em relação a governo essa possibilidade está totalmente descartada, não tem nem perigo”, afirmou o senador.

Expedito ao governo

Em relação a candidatura de Expedito Júnior ao governo, o senador deixou claro que deve existir um consenso entre o grupo e que ele, Cassol, não vai interferir, “muita gente que seria candidato se eu fosse não quer mais sair. A união do grupo vai depender da habilidade de Expedito para organizar o processo. Mas não vou interferir, nem dar palpites, como estou fora da eleição estou aproveitando para cuidar de minhas coisas”, disse Cassol.

Porém

De toda a conversa que circula atualmente, é dado como certo que os grupos políticos estão andando atrás de nomes novos, com credibilidade para disputar o governo. Sondagens estão sendo feitas e os nomes postos, à exceção de Cassol que estava cotado para vencer até em primeiro turno, não conseguem chegar a um patamar de empolgar o eleitor. Os grupos andam conversando diversas lideranças para surgir com uma novidade. E ao que tudo indica, seria o melhor caminho.

Convicção

A delegada Keity Mota, que preside o inquérito da morte do prefeito de Candeias do Jamary Chico Pernambuco afirmou ter convicção do envolvimento do atual prefeito (que era vice) Luiz Ikenoguchi no crime. Para ela a motivação foi política e não tem como dissociar uma coisa da outra, afinal Ikenoguchi foi o maior beneficiado pelo crime. Desde o assassinato, ocorrido ano passado, que a cidade convulsiona politicamente. Grupo de vereadores cobra da polícia um desfecho para o caso e não reconhecem legitimidade nas ações do prefeito. Um outro inquérito tramita em segredo de justiça. PAINEL POLÍTICO teve acesso as declarações da delegada que foram dadas em juízo na condição de testemunha de acusação. Para mais detalhes, CLIQUE AQUI.

O caso é cabeludo

E chama a atenção o fato de não ter sido concluído com base na convicção da delegada. Em seu depoimento ela afirmou que o braço direito do prefeito e de seu primo, que está foragido, Fernando Cavalcante, recebeu e fez ligações de seu telefone para o celular dos assassinos na noite do crime.

Culpa dos caminhoneiros

Michel Temer e sua equipe vem usando sistematicamente a greve dos caminhoneiros como responsável por quase todos os problemas do Brasil. Da inflação alta a preços abusivos nos combustíveis. E até hoje a tabela de fretes não foi reajustada.

Deu ruim

Por ter chamado uma professora de “quenga do PT” nas redes sociais, a vereadora Ada Dantas, de Porto Velho foi condenada ao pagamento de R$ 15 mil por danos morais. A professora havia perguntado na rede social quanto a vereadora tinha ganhado  em dinheiro para votar matéria de interesse do prefeito de Porto Velho. Na sua contestação na justiça, a vereadora chegou a pedir a condenação da professora por ter feito esta publicação, mas o juiz entendeu que, no caso, não cabe indenização porque a professora agiu como uma cidadã que, no seu direito, faz uma cobrança pública a uma pessoa eleita e que, portanto, pode ser objeto de crítica.  Ao condenar Ada Dantas, o magistrado anotou que a vereadora portovelhense “possui personalidade e conduta social desajustadas, rejeitando os bons princípios de convivência e dedicando-se à prática de ilícitos, em especial aos crimes contra a honra”. Cabe recurso da decisão.

Prisão em segundo grau

PT e PC do B entraram com uma ação no STF contra a ministra Cármen Lúcia por omissão. A presidente da Corte se recusa deliberadamente a colocar em pauta o julgamento sobre a prisão em segundo grau, que é inconstitucional mas vem sendo desrespeitada pelo próprio STF por questões políticas. É realmente vergonhoso esse tipo de manobra. Se a questão tivesse sido resolvida, certamente não teríamos essa insegurança jurídica que tomou conta do país.

Mortes por diabetes cresceram 12% no Brasil em seis anos

O Brasil registrou crescimento de 12% no número de mortes por diabetes entre 2010 e 2016, mostram dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Foram 54.877 mortes em 2010 para 61.398 no ano de 2016. Em todo o período, o país registrou 406.452 mortes de brasileiros que tiveram relação com a doença. Já a quantidade de internações por diabetes sofreu queda: foram 148.384 em 2010; e 135.364 em 2016. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (27), quando é celebrado o Dia Nacional de Controle do Diabetes. A pasta também divulgou nesta quarta dados do Vigitel (Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) sobre a diabetes. Segundo o levantamento, entre 2006 e 2017, o número de homens que apresentou diagnóstico da doença cresceu 54%. Em 2006, pacientes homens contabilizavam 4,6 do total; em 2017, o número passou para 7,1%, diz a pasta. Já nelas, a diabetes cresceu 28,5% no período, apesar do número de mulheres com a condição ser maior que o número de homens (8,1%).

Alan Alex
Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

Delegada afirma ter convicção que “prefeito de Candeias tem participação na morte de Chico Pernambuco”

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