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Prefeito troca Alexandre Porto por Orlando Ramirez. Se um era devagar, o outro é um poste

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Saúde do Município tende a piorar ainda mais com ex-adjunto da Sesau

Orlando Ramires, que já foi secretário de Saúde de Confúcio Moura, depois foi diretor da Fhemeron e agora ressuscitou como secretário de Saúde de Porto Velho não poderia ter sido uma escolha pior. Quem trabalhou com ele é que diz isso. E as referências não são nada boas. Só para relembrar rapidamente, em 2011 PAINEL POLÍTICO alertou para o fato dele, que era secretário de Saúde, viajar todas as quartas-feiras para Ji-Paraná, onde alegava que ia “visitar hospitais”. Na verdade ele corria de cobranças que eram feitas pelo então adjunto, e de fato quem mandava na pasta, José Batista.

E era Batista que se referia a Ramires como “secretário preguiçoso e incompetente”.

Em 2015 foi acusado de jogar sangue da Fhemeron fora, coisa que ele negou, mas a história caiu no esquecimento.

Ramires também apareceu na delação premiada feita por Batista, preso na Operação Termópilas. Ele acusou Ramires de pagar apenas as empresas que interessavam ao esquema, “na época Orlando Ramires, em conjunto co Carla Mangabeira efetuavam o pagamento da empresa. Os fornecedores que não aceitavam pagar a propina, recebiam um ofício da SESAU que lhes dava direito a obter uma carta de crédito junto à rede bancária“.

Como gestor, Ramires sempre foi um poste. O defeito de Alexandre Porto foi o de desconhecer o setor, e dai ter cometido alguns pecados. Já o defeito de Ramires é o de conhecer, mas não sabe o que fazer.

Se estava ruim com Porto, vai ficar muito pior com Ramires.

É só aguardar…

 

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