Presídio de Tremembé será vistoriado para que Espanha autorize extradição do padrasto de Joaquim

Guilherme Longo foi indiciado pelo homicídio do enteado de 3 anos em outubro de 2013 em Ribeirão Preto, SP. Ele foi preso pela Interpol em Barcelona no dia 27 de abril.

O promotor de Justiça que cuida do caso da morte do menino Joaquim afirma que o presídio brasileiro que receberá Guilherme Longo deverá ser submetido a uma vistoria para que ele possa ser enviado da Espanha, onde está preso atualmente. A medida é uma exigência dos países europeus após a crise carcerária vivida no Brasil desde o fim do ano passado.

Segundo Marcus Tulio Nicolino, as autoridades de Ribeirão Preto já entraram em contato com a Procuradoria-Geral da República e com o setor de operação nacional para fazer o pedido de extradição do padrasto de Joaquim o mais rápido possível.

Guilherme foi indiciado por homicídio triplamente qualificado em Ribeirão Preto e estava foragido desde setembro de 2016, seis meses após ter deixado a Penitenciária de Tremembé (SP) depois de ter obtido um habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo. Para a Polícia Civil e o MP, Longo aplicou uma alta dose de insulina em Joaquim, que sofria de diabetes, e jogou o corpo no córrego próximo à residência da família, no Jardim Independência.

“Esse pedido de extradição não é fácil de ser feito porque as autoridades europeias estão muito exigentes quanto à prisão em que ele ficará aqui no Brasil. Os últimos acontecimentos carcerários fizeram com que as exigências aumentassem na Europa em termos de segurança, então nós vamos fazer esse pedido e instruir esse pedido”, explica Nicolino.

Fonte: g1/sp

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