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PSDB tenta acordo para presidir a Câmara

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Em disputa com o Centrão (PP, PSD, PR e PTB) pelo comando da Câmara dos Deputados, integrantes da cúpula do PSDB passaram a defender maior aproximação de seus deputados com a bancada do PMDB. A ideia é construir um acordo para a sucessão do presidente e deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que valha tanto para um possível mandato tampão como também para o biênio 2017-2018.

Os dois partidos contam com uma bancada de 107 deputados, mas com potencial de chegar a mais de 140 com a participação do DEM e PPS. Na quinta-feira (30) integrantes dos três partidos vieram a público “rechaçar” a realização de um acordo para indicar um deputado ligado a Cunha, para um eventual mandato tampão. Com um aliado no comando da Casa, Cunha acredita que poderá se livrar da cassação.

 

Racha

Um possível racha dentro do Centrão na disputa pelo comando da Casa também tem sido acompanhado de perto pela cúpula do PSDB.O aprofundamento do mal-estar com a permanência do deputado no cargo foi externado na quinta-feira pelo líder do governo, deputado André Moura (PSC-CE).

No rastro do líder do governo, o membro da Mesa Diretora da Câmara, deputado Beto Mansur (PRB-SP), também reforçou na quinta o discurso de que a permanência de Cunha pode ter reflexos na governabilidade. Primeiro-secretário da Casa, Mansur defendeu que o impasse provocado pela situação do peemedebista não pode continuar atrapalhando o andamento dos trabalhos legislativos, uma vez que a Casa não está funcionando sob o comando do presidente interino Waldir Maranhão (PP-MA). “É importantíssimo que a gente dê um basta nisso”, pregou.

 

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