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Renan Calheiros dá posse a dois senadores

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deu posse nesta quarta-feira (16) a dois senadores. Aureliano Chaves Filho (PSDB) assumiu a cadeira de Minas Gerais deixada por Clésio Andrade (PMDB), que renunciou ao cargo na véspera. Odacir Soares (PP) representará o estado de Rondônia no lugar de Reditário Cassol (PP), que se licenciou da função.
Após a posse, Chaves Filho e Soares participaram da sessão do Senado desta quarta. “Declaro empossados nos mandatos de senadores da República, que, a partir deste momento, passam a participar dos trabalhos da Casa. Parabéns aos senhores, sejam bem-vindos”, disse Calheiros.
Aureliano Chaves Filho é filho de Aureliano Chaves, ex-vice-presidente da República no governo de José Baptista Figueiredo, entre 1979 e 1985, e que morreu em 2003. O tucano foi deputado federal suplente de 1995 a 1997, quando deixou o Legislativo para assumir a Secretaria Estadual de Transportes do governo de Minas Gerais. Atualmente é presidente do Conselho de Ética do PSDB daquele estado.
Chaves Filho é o segundo suplente de Eliseu Resende, que morreu em 2011. Após a morte de Resende, Clésio Andrade assumiu a cadeira. Ao renunciar, Andrade – que responde no Supremo Tribunal Federal (STF) ao processo do mensalão tucano – alegou que deixa o cargo por motivos de saúde e para se dedicar a um tratamento médico. O mandato termina no início de 2015.
Odacir Soares Rodrigues é advogado e foi prefeito de Porto Velho de 1970 a 1975. Em 1980, tornou-se deputado federal e entre 1983 e 1999 foi senador. Em 2008, foi secretário-chefe da Casa Civil de Rondônia no governo de Ivo Cassol, titular do cargo de senador, mas que também está licenciado.
Quem estava no exercício da função era Reditário Cassol, que se licenciou para cuidar da campanha da filha Jaqueline Cassol ao governo de Rondônia e da mulher, Ivone Cassol, ao Senado.
Soares é o segundo suplente de Cassol e também concorre a uma cadeira de deputado federal pelo PP nestas eleições. Ele deve ficar no cargo somente durante o período eleitoral. Ele estima gasto de até R$ 2 milhões na campanha e declarou à Justiça Eleitoral ter patrimônio de R$ 3,17 milhões.

Fonte: G1

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