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Restauração de quatro monumentos de Porto Velho custará R$ 97 mil

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A ordem de serviço que autoriza o início dos trabalhos de restauração de quatro monumentos históricos de Porto Velho foi assinada na manhã desta segunda-feira (18), na sede da Fundação Cultural de Porto Velho (Funcultural). O serviço está orçado em em R$ 97,5 mil e os recursos são provenientes da prefeitura.

Uma das peças a ser restaurada é o “Mural dos Pioneiros”, inicialmente instalado no Trevo do Roque. O monumento foi retirado do local devido à construção dos viadutos da capital, iniciada em 2009, mas nunca concluída. Segundo a Funcultural, o mural é o item que mais necessita de investimentos porque está abandonado em um galpão e sofreu desgates ao longo do tempo. Cerca de R$ 61 mil serão utilizados na revitalização da peça.

Painel dos Imigrantes é a peça mais cara a ser restaurada, segundo Funcultural (Foto: Condecom/ Divulgação)

Além do mural, também será restaurado o “Abraço de Ferro”, que ficava na rotatória da avenida Lauro Sodré com avenida Migrantes. O item foi retirado do local para a instalação de um semáforo pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Semtran).

Também serão restaurados o “Índio de Ferro”, instalado na BR-364 sentido Cuiabá, logo no retorno para o bairro Ulysses Guimarães, e o “Painel dos Imigrantes”, que fica na Praça Marechal Rondon, na avenida Sete de Setembro.

O artista plástico e engenheiro Júlio Carvalho será o responsável pela revitalização das peças. Ele é autor de três dos quatro monumentos. “Já havia um clamor público para que essas obras fossem restauradas. Espero que outras obras também sejam restauradas, além dessas quatro peças”, disse Júlio, que é portovelhense e atua com artes plásticas há 35 anos.

Monumentos históricos Porto Velho (Foto: Condecom/ Divulgação)

A previsão de entrega das peças restauradas é de três a quatro meses. O presidente da Funcultural, Marcos Nobre, admitiu que a revitalização de obras históricas é uma das principais dificuldades da fundação, mas prometeu buscar a superação de todos “os gargalos” ligados ao resgate da memória de Porto Velho.

Nobre disse ainda que a sociedade pode participar da escolha dos lugares onde as peças serão afixadas. “Pode ser que façamos uma campanha digital pelas redes sociais, ainda estamos pensando o formato. Mas a gente quer a participação das pessoas na escolha dos lugares onde serão instalados os monumentos”, contou.

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