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Polícia reabre caso sobre a morte de Tupac após confissão de suspeito em série de TV

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Duane Keith David, conhecido como Keefe D., afirmou ter resolvido admitir sua parte no crime após ser diagnosticado com câncer terminal

Após um suspeito confessar sua parte no homicídio do rapper Tupac Shakur em entrevista para a série de TV Unsolved: The Tupac and Biggie murders (2018), a polícia de Las Vegas, nos Estados Unidos, decidiu reabrir o caso nesta quinta-feira (5), segundo a revista norte-americana Billboard.

Em nota enviada para a publicação, o departamento confirma a reabertura do caso. ”Estamos cientes das declarações feitas em entrevista sobre o caso de Tupac. Como resultado dessas declarações, passamos os últimos meses revisando inteiramente o caso. No entanto, as reportagens que indicam que estamos prestes a fazer uma prisão estão incorretas. Por enquanto, esse segue sendo um caso de homicídio aberto”, diz o comunicado.

O suspeito Duane Keith Davis, conhecido como Keefe D., afirmou ter resolvido admitir sua parte no crime após ser diagnosticado com câncer terminal. ”Eu era um chefão do crime em Compton, um traficante de drogas, e sou o único que pode conta a história da morte de Tupac”, comenta ele na minissérie.

”Eu estava no carro de onde vieram os tiros que mataram Tupac. Eu sei quem apertou o gatilho. Não posso nomear o atirador, porque esse é o código das ruas”, completa.

Após as declarações o produtor da série, Kyle Long, criticou a polícia de Las Vegas por não prender Keefe D. ”Ele contou tudo na frente das câmeras. Isso é absurdo”, disse.

O rapper foi baleado em 7 de setembro de 1996, e morreu no hospital dias depois.

Unsolved está disponível na Netflix. Um outro documentário sobre a vida, morte e legado de Tupac está por vir, dessa vez aprovado pela família do músico e dirigido por Steve McQueen (12 anos de escravidão).

Com informações do Estado de Minas

Alan Alex
Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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