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Será que garotos de programa também enfrentam preconceito?

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Muito se fala sobre as mulheres de programa e o preconceito sofrido, entretanto, os homens da profissão também enfrentam problemas

A falta de entendimento das profissões sempre gera preconceito. Isso existe com os garis, lixeiros, empregadas e principalmente com acompanhantes. As pessoas sempre pensam em garotas de programa, mas essa situação também é muito recorrente com os garotos de programa.

Apesar de em menor número, os homens também são ativos na profissão e sofrem preconceito. Pouco sabemos sobre como é a profissão e o que cada um deles passa. Muitos deles se submetem aos serviços pois precisam pagar as contas da casa, a faculdade ou porque estão juntando dinheiro para ir atrás de algum sonho. Mas esses não são os únicos motivos. Existem os que realmente gostam da profissão, e não há nada de errado com isso.

Em uma pesquisa de 2012, desenvolvida pela fundação Scelles, o número de pessoas que se prostituem poderia chegar a 42 milhões.Tendo isso em vista, ainda temos muitos tabus que precisam deixar existir. A única forma de alcançarmos isso é através de debates e informação. Os garotos de programa desejam boas condições de trabalho e além de tudo, respeito, que é o que mais lhes falta.

Eles são trabalhadores

A primeira coisa que a sociedade precisa entender sobre os acompanhantes é que essa não é uma prática ilegal e, sim, é uma profissão. No Brasil ainda acreditamos que a troca de serviços sexuais por dinheiro é crime ou ilegal, mas isso é um equívoco. O crime é de quem pratica a exploração desses serviços ou quando isso ocorre com menores de idade. Todos eles desejam ser reconhecidos como pessoas trabalhadoras.

Acharem que a profissão é desempenhada apenas por mulheres

Trabalhar com programas não é uma exclusividade feminina, ao contrário do que muitas pessoas acham. Os homens podem e a praticam. Essa diferenciação não deve existir, pois cada pessoa que vai atrás do serviço prefere um tipo de gênero.

Nem todo garoto de programa é homossexual

Esse é um dos preconceitos mais comuns sofridos pelos garotos de programa. Não são todos que são homossexuais. Existem os heteros – que não os machões pegadores que algumas pessoas imaginam – , os transsexuais e muitos outros. Outra coisa importante que as pessoas precisam saber é que ele ser homossexual ou heterossexual não influencia no seu atendimento, pois eles são verdadeiros profissionais.

Sem doenças

Não é porque um homem é garoto de programa que ele tem doenças. O que, aliás, é algo que pode atingir qualquer pessoa desprotegida. A maioria dos garotos de programa só praticam o sexo com proteção, então esse preconceito precisa parar de acontecer, cero?

Vida normal

Garotos de programa não fazem apenas isso nas suas vidas. Eles possuem família, relacionamento, amigos, é tudo normal. O que os diferencia de você é apenas o tipo de profissão.

O preconceito sofrido por eles vem inclusive da família e de parceiros. Alguns são expulsos de casa pela falta de tolerância e alguns parceiros não aceitam a profissão.

Nem todo garoto de programa usa drogas

Isso não é uma regra. Existem os que usam e os que não usam, mas isso não está relacionado a profissão, assim como outras pessoas que são usuárias.

Não é sexo toda hora

Não é porque os acompanhantes trabalham com isso que irão aceitar fazer sexo a qualquer momento. Essa é uma profissão levada a sério pelos profissionais, então não pense que ele sempre aceitará ofertas.

Antes de pensar algo sobre os garotos de programa, reflita se o que está julgando não é uma forma de preconceito, pois essa é uma profissão que também deve ser reconhecida.

Fonte: Luana Santos – Seo Marketing

Painel Político
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