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Ricardo Amorim prevê crescimento do mercado imobiliário e elogia Porto Velho Offices

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Com o salão da Maison Madeira lotado de investidores, clientes e convidados da Welcon, o economista Ricardo Amorim, considerado um dos mais influentes do Brasil, fez uma previsão otimista para o mercado imobiliário de Rondônia durante a sua palestra realizada na semana passada.

Na oportunidade, ele destacou a modernidade do Porto Velho Offices que será construído integrado ao Porto Velho Shopping, mas terá acesso exclusivo e administração própria. “Esse conceito mixed – use já é sucesso em vários lugares do mundo”, destacou o palestrante que já morou fora do Brasil.

Esse conceito do qual ele fez alusão é a proposta das duas torres multibusiness que vai reunir num só lugar negócios, compras, lazer e qualidade de vida. A diretora executiva da Welcon Leda Guareschi, apresentou antes da palestra, o projeto do empreendimento inédito na região Norte.

No decorrer da explanação, o renomado consultor financeiro destacou que o Brasil tem um futuro promissor por ser um país emergente e o mercado rondoniense segue essa tendência positiva devido a sua localização na fronteira do agronegócio brasileiro, um dos setores da economia que mais crescem na atualidade.

“A região Norte foi a que mais cresceu nos últimos anos”, destacou o palestrante, ressaltando que os grandes projetos de mineração do País estão nessa área geográfica. “O setor que menos cresce é a indústria, enquanto as regiões que menos crescem são Sul e Sudeste”, frisou o palestrante, acrescentando que o mercado imobiliário acompanha a tendência de crescimento, onde a situação é favorável.

Para justificar sua previsão animadora para a economia brasileira, Ricardo Amorim apresentou alguns dados que refletem esse cenário promissor para quem quer investir. “A China é um país que tem muita gente e a sua população está deixando de ser rural, então o Brasil poderá aumentar as suas exportações porque vai aumentar a demanda pelos produtos do nosso agronegócio”.

Citou também nesse contexto a Índia, outro país que integra o grupo dos países emergentes BRICS ( Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul). “Os países que menos crescem são os ricos”, justificou, ressaltando que a própria FIFA já identificou essa realidade e por isso vem realizando a copa do mundo em países emergentes, a exemplo do evento de 2010 na África do Sul e agora no Brasil.

Ele aproveitou o exemplo do mundial para rechaçar os rumores que surgiram em alguns estados brasileiros de que depois dos jogos, os imóveis no Brasil iriam ter uma queda nos preços. “Não tem fundamento porque ninguém constrói algo para menos de um mês e só aconteceria isso se fosse construir para os turistas”.

“O mercado brasileiro ainda vai voar muito para cima e avante”, declarou o apresentador do programa Manhattan Connection da Globo News e colunista da Revista Isto é, diante de um slide no qual aparecia a imagem do cristo redentor decolando como se fosse um foguete, igual uma a capa da revista britânica “The Economist” numa edição passada que destacou o crescimento do Brasil.

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