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Servidora denuncia assédio moral e prefeitura abre sindicância; diretor nega acusações

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A prefeitura municipal de Colorado do Oeste, através da Secretaria Municipal de Saúde, abriu sindicância para apurar acusação de assédio moral contra Paulo Magno de Freitas, diretor do hospital municipal.
A denúncia foi formalizada pela servidora municipal Luciana Freitas Rocha. Ela também registrou o caso na Delegacia de Polícia Civil, no último dia 31 de julho.
No documento, Luciana acusa Paulo Magno de assédio moral e abuso de poder. Em relato enviado a um jornal local, a servidora, que exerce a função de serviços gerais, informou que é funcionária concursada, lotada no hospital municipal “Dr. Pedro Granjeiro Xavier”.
Relata que na última quinta-feira, 31, por volta das 10h30, foi comunicada pela Diretora do Departamento de Serviços de Limpeza, Edna Gonçalves da Silva, que estava transferida para a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas).
Insatisfeita, Luciana procurou Paulo Magno que teria lhe dito que não tinha nada contra seu trabalho, e que o motivo seria um só: a amizade dela com o secretário de saúde Gilmar Vedovoto, afirmando que ela teria “escolhido o lado errado”, mas que depois de dois meses estaria de volta na unidade hospitalar.
Ao receber a denúncia, a secretaria de saúde determinou a Tertuliano Pereira Neto, controlador interno do órgão, a abertura imediata de processo administrativo e/ou sindicância contra Paulo Magno.
O OUTRO LADO
Ouvido pelo Extra de Rondônia, Paulo Magno negou as acusações e disse que as palavras ditas pela servidora são distorcidas. Entretanto, o diretor do hospital garantiu que colocou Luciana Freitas à disposição da prefeitura por Insubordinação, por se recusar a uma ordem superior. “Ela não cumpre os serviços que lhe são atribuídos. Por isso a coloquei à disposição do prefeito, porque é ele quem exonera ou não. Eu não tenho poder para demitir”, explicou.
Ele disse também que quando conversou com Luciana, uma terceira pessoa testemunhou a reunião. “Exerço o cargo de diretor há mais 1 ano e 4 meses e nunca recebi reclamações de ninguém. Há testemunhas que podem derrubar as acusações infundadas dessa servidora”, ponderou.
Paulo afirmou ainda que já tem conhecimento do caso, mas que até o momento não recebeu nenhum documento oficial das autoridades locais. “Quando estiver nas minhas mãos é que vou tomar as medidas jurídicas necessárias”, finalizou.

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Fonte: Extra de Rondônia

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