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Suplicy lembra que Marta foi ministra de Dilma e pede reflexão sobre impeachment

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Principal aposta do Partido dos Trabalhadores na eleição para a Câmara Municipal de São Paulo, ex-senador escreveu carta para a ex-mulher

O ex-senador Eduardo Suplicy decidiu fazer um apelo à ex-mulher, Marta Suplicy, a respeito do posicionamento da peemedebista sobre o impeachment de Dilma Rousseff. Nas redes sociais, ele postou um vídeo explicando sua atitude, no qual recorda da proximidade que a candidata à Prefeitura de São Paulo teve com a presidente afastada até pouco tempo atrás. “Escrevi à Marta pedindo que ela lembre de todas as coisas das quais participou como companheira do PT, tendo merecido a confiança da presidenta Dilma, que a designou ministra da Cultura.

Que ela possa refletir um pouco”, escreveu Suplicy sobre o impeachment nas redes sociais do Partido dos Trabalhadores – que tem ele como principal nome para disputar um cargo de vereador na Câmara Municipal paulistana. “Em 2010, nós votamos na senadora Marta, que era nossa companheira. Queria sugerir a vocês [eleitores do PT] que escrevam uma carta falando sobre os seus sentimentos. Ainda hoje [na quinta-feira] ela votou pela continuidade do processo do impeachment [na comissão especial do Senado].”

Marta vs PT

Filiada ao PT por mais de 30 anos, Marta abandonou o partido somente no ano passado, quando migrou para o PMDB e anunciou a decisão de disputar a Prefeitura da capital paulista – cargo que Fernando Haddad pretende manter pela sigla nas eleições de 2016.

Desde então, a senadora se tornou uma das principais vozes contrárias à permanência de Dilma na Presidência da República, com discursos duros, como o realizado em março deste ano, na convenção nacional do PMDB. “Uma presidente que não dá conta do recado, uma presidente isolada e que não consegue governar o País”, criticou a ex-petista, que se filiou em setembro ao PMDB. Para ela, Dilma dever deixar o governo “o quanto antes”.

Marta não respondeu nas redes ao apelo contra o impeachment feito pelo ex-marido, de quem se separou em 2011, logo após assumir o Poder Executivo paulistano.

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