Suspeita de comandar roubos aos Correios no ES é procurada pela PF

Uma mulher de 31 anos, suspeita de comandar os roubos às agências dos Correios no Espírito Santo, está foragida. Jaqueline da Luz não foi localizada pela Polícia Federal durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na casa dela, nesta quarta-feira (23).

A operação da Polícia Federal do Espírito Santo, deflagrada nesta quarta-feira (23), ainda cumpriu dois mandados de prisão contra dois suspeitos. O objetivo da operação batizada de “Godmother” é combater roubos às agências dos Correios.

Segundo a Polícia Federal, Jaqueline da Luz é suspeita de ter ligação com a maioria dos criminosos envolvidos em roubos que aconteceram em 2017. Ela mora em Jabaeté, na Grande Terra Vermelha, em Vila Velha e é mãe de quatro menores de idade.

Após ouvir testemunhas e interrogar presos, os investigadores viram que Jaqueline era respeitada pelos criminosos, oferecendo hospedagem, logística e facilitando a obtenção de armas. A foragida também apresentou criminosos que não se conheciam antes dos crimes.

Ainda de acordo com a PF, Jaqueline participou diretamente do roubo das agências de Viana e Venda Nova do Imigrante, em fevereiro e março de 2017. Ela providenciou os veículos usados na fuga e ficava do lado de fora das agências, dando cobertura aos criminosos.

Nesses dois crimes, a estimativa é de que tenham sido roubados R$ 230 mil.

Crimes

Durante os crimes, segundo a PF, a forma que os criminosos operavam era sempre a mesma: render funcionários e clientes, aguardar o mecanismo de retardo do cofre para abri-lo e supostamente tranquilizar as vítimas dizendo que só queriam o dinheiro do governo.

Até o momento, a Delegacia de Combate a Crimes Contra o Patrimônio e Tráfico de Armas (DELEPAT) da Polícia Federal indentificou 17 suspeitos envolvidos com os crimes no Espírito Santo.

Dez pessoas já foram presas e cinco permanecem foragidas. São elas:

  • Jaqueline da Luz
  • Wagner Xavier Fernandes, o Manguinha
  • Rodolfo dos Santos Penna
  • Rodrigo Denardi Vicentini
  • Marisnaldo Medina

Penas

Os investigados responderão pelos crimes de roubo qualificado e associação criminosa armada, as penas somadas poderão chegar a 13 anos de reclusão por cada roubo.

Fonte: g1/es

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