Greve de fome de Garotinho é para pessoas ‘refletirem’, diz filha

Greve de fome de Garotinho é para pessoas ‘refletirem’, diz filha

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A filha do ex-governador do Estado do Rio de Janeiro Anthony Garotinho(PR),  Clarissa Garotinho (PRB-RJ) voltou a alegar que o pai, que anunciou uma greve de fome, é vítima de perseguição. “Acredito que ele recorreu a um ato extremo como forma de tentar fazer as pessoas refletirem no que está acontecendo. Não posso julgá-lo por uma decisão que está carregada do sentimento de revolta e injustiça que ele está sofrendo.”

Empresas de ônibus repassaram R$ 250 milhões em propina a políticos

Empresas de ônibus repassaram R$ 250 milhões em propina a políticos

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Vinte e seis empresas de ônibus “contribuíram” com R$ 250 milhões para a “caixinha” da propina a políticos investigada na Operação Cadeia Velha, segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), contra deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). As informações estão em um pendrive entregue por delatores ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O valor foi aportado pelas empresas no período de janeiro de 2013 a fevereiro de 2016.

MPF denuncia Picciani e outros dois deputados por corrupção na Alerj

MPF denuncia Picciani e outros dois deputados por corrupção na Alerj

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O MPF (Ministério Público Federal) ofereceu denúncia ao TRF (Tribunal Regional Federal) da 2ª Região contra os deputados estaduais Jorge Picciani (PMDB), presidente licenciado da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Paulo Melo (PMDB) e Edson Albertassi (PMDB), além de outras 16 pessoas. A ação da Procuradoria é derivada das investigações da Operação Cadeia Velha, que levou os três parlamentares para a prisão.

Alerj diz que não vai questionar decisão do TRF2 sobre prisões

Alerj diz que não vai questionar decisão do TRF2 sobre prisões

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A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) enviou nota no início da noite desta terça-feira (21/11) informando que não vai questionar o entendimento do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), que decidiu mandar de volta à prisão os deputados Jorge Picciani — presidente da casa —, Paulo Melo e Edson Albertassi (PMDB). Eles foram presos na quinta-feira (16) sob acusação de corrupção, soltos um dia depois, após votação na Alerj neste sentido, e, nesta terça (21), encarcerados novamente.

TRF determina que Picciani e mais 2 deputados voltem à prisão

TRF determina que Picciani e mais 2 deputados voltem à prisão

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O TRF2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) determinou o retorno dos deputados peemedebistas Jorge Picciani, presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Paulo Melo e Edson Albertassi à prisão. Por 5 votos a 0, os desembargadores decidiram por uma nova prisão dos parlamentares, que haviam sido libertados sem que a decisão tivesse sido comunicada ao tribunal. Picciani, Melo e Albertassi deixaram a prisão na última sexta­feira (17), em um carro oficial daassembleia, pouco mais de uma hora depois da decisão da Alerj e sem que a decisão tivesse sidoinformada ao tribunal. “Só pode soltar quem pode determinar prisão”, afirmou o desembargador. A Corte mandou prender preventivamente os deputados a pedido do MPF (Ministério Público Federal) na quinta­-feira (16), mas a decisão foi submetida à Alerj, que a derrubou. Para o desembargador Abel Fernandes Gomes, relator do caso, a Alerj agiu contra o previsto constitucionalmente o que justifica o retorno dos deputados a prisão. Segundo a votar, o desembargador Messod Azulay Neto acompanhou integralmente o voto do relator. Para ele, “a assembleia escreveu uma página negra na história do nosso Estado”. “A Alerj exorbitou seus poderes. O caos que se instalou na assembleia é absoluto.” O desembargador Paulo Espírito Santo também acompanhou integralmente o voto do relator. “Para que juiz, para que MP, para que advogados?”, questionou ao criticar a soltura dos deputados na sexta sem o aval da Justiça. “O que vi na sexta­-feira me deixou estarrecido. Um carro preto, da Alerj. Parecia um resgate de bandidos.” Espírito Santo terminou seu voto citando uma canção da banda Legião Urbana, “Que País é Esse”. A desembargadora Simone Schreiber, que não esteve presente na semana passada por problemas de agenda, e o desembargador Marcelo Ferreira de Souza Granado também acompanharam integralmente o voto do relator. O presidente do Tribunal, Antônio Ivan Athié, não votou nesta sessão. Até o momento, segundo o tribunal, a Alerj não enviou ao TRF2 o parecer que determinava a revogação da prisão dos deputados votado em plenário na sexta­feira. Intervenção do STF O desembargador Abel Gomes propôs que, caso a decisão seja descumprida, ela seja encaminhada ao STF (Supremo Tribunal Federal) que poderia, segundo ele, determinar até a intervenção federal na Alerj. Segundo a assessoria do tribunal, se houver descumprimento da decisão, a Primeira Seção Especializada oficiará ao presidente do TRF, desembargador federal André Fontes, para que dirija o pedido de intervenção ao STF, e o Supremo levaria o pleito adiante. Os três peemedebistas, que se entregaram na tarde de quinta­feira (16) na sede da Polícia Federal no Rio, no centro da capital, passaram uma noite na cadeia de Benfica, na zona norte, onde também estão detidos o ex­-governador Sérgio Cabral (PMDB) e outros condenados e réus da Lava Jato. Abel citou ainda o impedimento da entrada de uma oficial de Justiça no plenário da Alerj, que manteve as galerias fechadas ao público até quase o fim da sessão, como justificativa para a sua decisão. Abel foi quem determinou que os deputados fossem ouvidos coercitivamente na terça, remeteu a decisão de prender ou não ao colegiado e foi o relator da prisão na quinta….

Alerj retoma trabalho sob ameaça na Justiça após soltura de deputados

Alerj retoma trabalho sob ameaça na Justiça após soltura de deputados

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A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) volta ao trabalho nesta terça-feira (21/11) primeiro dia útil depois da votação que livrou da cadeia os deputados Jorge Picciani — presidente da casa — , Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB. A Casa retoma suas atividades sob a incerteza quanto à validade da decisão tomada na sessão da última sexta-feira e questionada na Justiça, tanto no âmbito estadual quanto no federal, por ações dos MPs do Rio e da União.