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Terremoto no Chile mata 6 e 900 mil são retirados de zona de risco

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Ao menos seis pessoas morreram após o terremoto de magnitude 8,2 que atingiu o norte do Chile na noite de terça-feira, 1. Ondas de quase dois metros atingiram a costa do país. Segundo o governo chileno, 900 mil pessoas foram retiradas de zonas costeiras vulneráveis a tsunamis. A cidade de Iquique foi a mais afetada pelo abalo.

A presidente Michelle Bachelet, que assumiu o cargo no mês passado, decretou zona de catástrofe nas áreas atingidas pelo tremor e deve visitá-las ainda nesta manhã. O alerta para novos tsunamis foi cancelado. Ao menos 20 réplicas de terremoto foram sentidas nas últimas horas.

As províncias de Arica, Parinacota e Tarapacá são as mais afetadas. Em Iquique, ao menos 300 detentos fugiram de uma prisão de local após o tremor destruir parcialmente o centro de detenção local. As ruas do centro da cidade estão cheias de cacos de vidro em razão do rompimento de muitas vidraças e janelas. As emissoras de TV do país também reportaram a destruição de algumas casas e a interdição de algumas vias devido às rachaduras e aos deslizamentos de terra.

Pelo menos 140 embarcações pequenas foram destruídas pelas ondas, que chegaram a atingir um dos terminais de ônibus.

Propensão

O Chile é um dos países mais propensos do mundo a terremotos. Um tremor de 8,8 graus, seguido por um tsunami, na região central em 2010 matou mais de 500 pessoas, destruiu 220 mil casas e varreu portos e resorts. O mais forte terremoto já registrado também ocorreu no Chile – um tremor de 9,5 graus em 1960 que matou mais de 5 mil pessoas.

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