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Tragédia Boate Pulse

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O Estado Islâmico (EI) reivindicou nesta segunda-feira a responsabilidade pelo ataque a tiros que deixou ao menos 50 mortos em uma boate gay em Orlando, na Flórida, em transmissão oficial na rádio Albayan.

“Um dos soldados do califado na América realizou uma invasão de segurança onde conseguiu entrar em um encontro cruzado em uma casa noturna para homossexuais em Orlando, Flórida… onde ele matou e feriu mais de uma centena antes de ser morto”, informou o grupo na transmissão.

A organização terrorista já havia declarado responsabilidade sobre o ataque no último domingo (12), através da agência de notícias Amaq. “O ataque armado contra uma boate gay na cidade de Orlando no Estado norte-americano da Flórida que deixou mais de 100 pessoas mortas ou feridas foi realizado por um combatente do Estado Islâmico”, declarou a agência, em nota.

O FBI diz que o homem de 29 anos morto pela polícia aparentemente “tinha inclinação” para a ideologia islâmica radical, embora ainda não esteja claro se o ataque terrorista esteve ligado à ação de algum grupo estrangeiro.

O atirador

O atirador que matou dezenas de pessoas em uma boate gay em Orlando, na Flórida, foi identificado como Omar Mateen, um cidadão americano que estava no radar do FBI desde 2013. Mateen trabalhava como segurança armado para a empresa G4S desde 2007.

Mateen abriu fogo dentro da boate Pulse nas primeiras horas da madrugada de domingo, no atentado a tiros com o maior número de vítimas da história moderna dos Estados Unidos.

Em ligações feitas para o número de emergência da polícia antes de morrer, Mateen teria jurado lealdade ao grupo autodenominado Estado Islâmico (EI). Depois, o EI disse que um “combatente” do grupo havia feito o ataque, mas não especificou se ele estava diretamente envolvido na ação ou se teria apenas “inspirado” o atirador.

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